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A AEA-MG realizará Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 23 de julho, a partir das 13h30, no Hotel Normandy (salão de eventos), em Belo Horizonte, para analisar e votar a nova versão do Estatuto da Entidade (quinta alteração). O trabalho de reformulação é uma das propostas da gestão 2018/2020 e tem como objetivo principal atualizar o documento, de modo a deixá-lo mais adequado à conjuntura política e administrativa pela qual passamos no país, no nosso estado e na gestão da Cemig.

Devido à importância do assunto a ser tratado, a Diretoria da AEA e os Conselhos conclamam a participação do maior número possível de aposentados e pensionistas.

A MINUTA DO ESTATUTO foi disponibilizada a todos os associados, por meio de Informe Especial enviado pelos Correios, e também pelo site da AEA. Com isso, todos puderam avaliar o documento e apresentar sugestões. Aquelas encaminhadas à Associação dentro do prazo estipulado, foram analisadas e consolidadas na versão final do documento, que será discutida na Assembleia.

Para se chegar à atual proposta, foi formado um Grupo de Trabalho que, durante os últimos meses, avaliou todos os dispositivos do Estatuto que poderiam ser ajustados e aprimorados. Conforme estabelecido pela Diretoria Executiva, a equipe foi composta pelos Diretores Afonso Barros Machado e Edi Ângelo, e os associados Jurandir de Carvalho Soares e Misael de Jesus dos Santos Sá (FOTO). Após minuciosa análise feita pelo Grupo, elaborou-se uma minuta que foi encaminhada à Diretoria Executiva e aos Conselhos. Os órgãos submeteram o documento a uma análise criteriosa e apresentaram sugestões.

“A versão proposta do Estatuto foi então analisada e consolidada em reunião Colegiada, realizada no último 27 de maio de 2019, na Sede BH, com a participação de Diretores e dos Conselheiros. Todo o procedimento administrativo foi acompanhado pelo Conselho Fiscal, que emitiu parecer sobre o efetivo cumprimento das etapas de sua elaboração”, descreve Misael.

PRINCIPAIS MOTIVAÇÕES PARA A REFORMULAÇÃO

  • Permitir que a AEA possa ser Instituidora de planos de benefícios previdenciários e de saúde para seus associados e seus familiares;
  • Ampliar a possibilidade de associação por parte de eletricitários aposentados que contribuíram por vários anos com a Cemig, mas sem vínculo empregatício com ela (terceirizados);
  • Permitir a perenidade da AEA e seu crescimento, mesmo na eventualidade de uma privatização da Cemig, no todo ou em parte;
  • Evidenciar sua preocupação e atuação na defesa da Cemig como impulsionadora do desenvolvimento econômico e social de Minas Gerais, em particular, e do Brasil em geral
  • Adequar a estrutura organizacional da AEA aos novos tempos, inclusive possibilitando a eleição simultânea para os integrantes dos seus órgãos estatutários.

“Após assistir às apresentações dos presidentes da Forluz (Gilberto Lacerda) e da Cemig Saúde (Anderson Ferreira), vemos que os resultados dos dois planos são positivos.” Foi dessa forma que o deputado Celinho do Sintrocel (PCdoB), presidente da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, avaliou as falas e os dados apresentados por representantes das duas empresas, durante audiência pública realizada nessa quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

A audiência foi requerida pelo deputado, atendendo a uma solicitação do Coletivo de Entidades “De Olho na Forluz e na Cemig Saúde”, do qual faz parte a AEA-MG. Além de explicar à população de Minas Gerais como é o funcionamento e a gestão do fundo de pensão e do plano de saúde, a sessão serviu para que as entidades dessem uma resposta ao atual presidente da Cemig, Cledorvino Belini, que atribuiu, especialmente a aposentados e pensionistas, o alto custo da patrocinadora, um dos pretextos utilizados pelo governador para defender a privatização.

“O motivo que nos trouxe aqui foi a fala do presidente da Cemig, em 10 de junho, durante evento aqui mesmo na Assembleia. Nem acredito que tenha sido por maldade. Talvez por inexperiência, ele cometeu o deslize de mencionar a Forluz e a Cemig Saúde como entraves. Não entendi bem o que ele quis dizer e, quando ele fala em entrave, recebemos como ameaça”, avaliou Vanderlei Toledo, Diretor de Relações com Participantes da Forluz.

PATRIMÔNIO DOS APOSENTADOS

Toledo destacou que o pagamento do benefício a aposentados e pensionistas é realizado com recursos que cada um poupou durante os anos de trabalho. Ele informou, ainda, que o custo médio mensal da Cemig com cada aposentado é de R$ 61, referente a custeio administrativo.“Ele (presidente da Cemig) fala em privilégio. Não, não é privilégio. O patrimônio da Forluz é resultado do esforço de cada um que passou ou que está na Cemig. Quando ele fala que somos entrave, pelo alto custo de pessoal, ele está tentando mostrar para a sociedade que essas pessoas encarecem a tarifa. Agindo assim, ele está faltando com a verdade”, rebateu.

Conforme divulgado durante audiência por Gilberto Lacerda, presidente da Forluz, o fundo de pensão tem patrimônio avaliado em R$ 17,4 bilhões, sendo pago, por ano, cerca de R$ 1,1 bilhão de benefícios.

“Quando o governo trata o aposentado como entrave, ele se esquece que, dos R$ 17,4 bilhões do patrimônio da Forluz, R$ 13,1 bilhões (aproximadamente 75%) são deles (aposentados). Tratar mal o fundo de pensão é mostrar desconhecimento total sobre o assunto, vai na contramão do mundo”, criticou João Wayne, Conselheiro Deliberativo da Forluz eleito.

"FARSA" DA PRIVATIZAÇÃO

Desde que assumiu o governo de Minas Gerais, Romeu Zema tem defendido a necessidade de privatização da Cemig, para melhorar as finanças do Estado. Na mesma linha, o presidente da Cemig, Cledorvino Belini, alega, equivocadamente, que a venda é necessária porque a empresa é ineficiente e deficitária. No último dia 10 de junho, inclusive, em audiência na própria ALMG, Belini acusou os aposentados de serem um “peso” para as finanças da patrocinadora.

“As considerações que o governador e o presidente da Cemig fazem sobre Cemig, Forluz e Cemig Saúde têm o objetivo de denegrir a imagem das empresas e das pessoas. Críticas feitas puramente por questão ideológica, partidária. O estado nunca colocou dinheiro na Cemig. É justamente o contrário. O discurso dele é uma mentira deslavada para tentar convencer a população mineira sobre a necessidade de se privatizar a Cemig”, apontou Everson Tardeli, representante do Coletivo de Entidades.

O argumento de Tardeli foi corroborado pela deputada Beatriz Cerqueira (PT), que também integra a Comissão. “O presidente da Cemig veio aqui na Assembleia e disse que o salário médio pago pela empresa é de R$ 22 mil. Quantas pessoas que estão aqui nesta audiência ganham isso? Não encontrei ninguém. O que ele quer é desqualificar a empresa para tentar vendê-la. Ele usa a tática de convencimento pela mentira, dizendo que os trabalhadores são muito bem remunerados e, por isso, eles são problema para a Cemig”, afirmou.

 

A partir das 9h30 desta quarta-feira (10), será transmitida audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais para debater a situação atual e as perspectivas futuras da Forluz e da Cemig Saúde.

 

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Debater a situação atual e as perspectivas futuras da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz) e da Cemig Saúde. Esse é o objetivo de audiência pública que a Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vai realizar nesta quarta-feira (10/7/19), às 9h30, no Auditório José Alencar.

A atividade foi solicitada pelo presidente da comissão, deputado Celinho Sintrocel (PCdoB). Na justificativa do requerimento que deu origem à reunião, o parlamentar destaca que matérias publicadas pela imprensa atribuíram à Forluz e à Cemig Saúde custos inadequados com os trabalhadores e aposentados da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

“Essas notícias foram rechaçadas de forma veemente por um conjunto de entidades representativas dos trabalhadores da Cemig, conhecido como Coletivo de Entidades de Olho na Forluz e na Cemig Saúde (do qual faz parte a AEA-MG)”, explicou.

Celinho Sintrocel acrescentou que a audiência visa tirar dúvidas e fortalecer os dois planos. Ele disse que, há tempos, o patrimônio público vive sob constante ameaça. “Agora, aqueles que querem alienar as estatais mineiras insistem em misturar alhos com bugalhos. É preciso deixar bem claro que a Cemig é uma coisa e a Forluz e a Cemig Saúde são outra coisa complemente diferente”, enfatizou.

O parlamentar destacou ainda que a Forluz e a Cemig Saúde foram construídas e são mantidas pelos eletricitários e demais empregados da empresa. Ele também ressaltou que a maior parte dos recursos ali investidos são dos próprios trabalhadores e são bem administrados.

A Forluz é a fundação responsável pela gerência dos planos de previdência complementar dos servidores da Cemig. Segundo seu site, é o maior fundo de pensão de Minas Gerais e está entre os oito maiores do País, com ativos financeiros que somam atualmente cerca de R$ 16 bilhões. Já a Cemig Saúde é responsável pelos benefícios de assistência à saúde dos trabalhadores da empresa.

Entre os convidados para a reunião estão o presidente da Cemig, Cledorvino Belini, o presidente da Forluz, Gilberto Gomes Lacerda, e o presidente da Cemig Saúde, Anderson Ferreira, além de representantes de entidades sindicais.

Fonte: ALMG

A 5ª Vara da Justiça do Trabalho julgou improcedente o pedido da AEA contra a Cemig, em ação que tem como objetivo anular as alterações feitas no Seguro de Vida, que passaram a vigorar em janeiro de 2016. Na ocasião, a empresa, de forma unilateral, promoveu mudanças na apólice e prejudicou milhares de segurados.

A sentença, publicada no último 3 de julho, é a primeira proferida no processo em questão, e cabe recurso. “Não vejo dificuldade em reverter o resultado do julgamento na segunda instância do TRT”, vislumbra Enderson Couto de Miranda, advogado que representa a AEA.

Na tese defendida pelo advogado, trata-se de uma Ação Coletiva de Consumo movida por uma Associação, na qual não se discute, em momento algum, interpretação de cláusula de Acordo Coletivo de Trabalho. O que está em discussão é o procedimento adotado no momento da renovação do seguro de vida, sem a observância de exigências legais e à revelia dos titulares da apólice, os seus segurados.

“A matéria de fundo, ao contrário do que equivocadamente observado pelo juiz, não é trabalhista e, sim, de renovação de apólice de seguro de vida. Agora, vamos rediscutir tudo novamente por meio de recurso que será interposto dentro do prazo”, informa o representante da Associação.

Se você é associado/pensionista da AEA-MG faz uso das medicações abaixo, entre em contato com o Serviço Social, pelo telefone (31) 3224 8323.Os medicamentos estão disponíveis para doação na Farmácia Solidária.

MEDICAMENTOS

1) Enalapril 10 MG (Vasopril)

2) Enalapril + Hidroclorotiazida 10/25 MG (Vasopril Plus)

3) Vitamina D (Depura, Doss)

4) Vitamina K

5) Losartana + Hidroclorotiazida 100/25 MG (Aradois H)

6) Olmesartana 40 MG (Fluxocor)

7) Olmesartana + Anlodipino 20/5 MG (Fluxocor anlo)

8) Raloxifeno 60 MG (Evista)

9) Varfarina Sódica 2,5 MG (Marevan)

10) Ácido Acetilcisteína 81 MG (Somalgin)

11) Valsartana 320 MG (Aval)

12) Valsartana + Hidroclorotiazida 160/12,5 MG (Diovan HCT)

13) Valsartana + Anlodipino 160/5 MG (Diovan amlofix)

14) Valsartana + Hidroclorotiazida + Anlodipino 160/12,5/5 MG (Exforge HCT)

15) Alogliptina + Pioglitazona 25/30 MG – PIO (Nesina)

16) Anlodipino + Benazepril 5/10 MG (Press Plus)

17) Atenolol + Clortalidona 50/12,5 MG (Ablok plus)

18) Candesartana 16 MG (Venzer)

19) Candesartana cilexetila + hct 16/12,5 MG (Venzer HCT)

20) Doxazosina 2 MG (Carduran)

21) Ezetimiba + Sinvastatina 10/20 MG (Zetsim)

22) Fenofibrato 250 MG (Lipanon)

23) Hidroergocristina + flunarizina 3/10 MG (Vertizine)

24) Levanlodipino 2,5 MG (Novanlo)

25) Propafenoma (Vatis)

26) Telmisartana + anlodipino 80/5 MG (Micardis)

27) Propatilnitrato 10 MG - Sustrate

 INALATÓRIOS

1)Brometo de Tiotropio 2,5mcg (Spiriva)

2)Brometo de Umeclidinio/ Trifenatato de Vilanterol 62,5/25mcg (Anoro)

3)Furoato de fluticazona/trifenatato de Vilaterol 100/25 mcg (Relvar)

4)Brometo de Umeclidinio 62,5mcg (Vanistor)

5) Fumataro de formoterol di/hidratado/propionato de fluticasona 12/250mcg (Lugano)

6)Budesonida 400mcg (Miflonide)

7)Olodaterol 2,5 mcg (PUFF)

8) Sulfato de Salbutamol 100 mcg (Aerolim)

9) Brometo de Ipratrópio 10 ML (Atrovent)

10) Furoato de Mometasona 50 mcg Atomização (Nites)

OBS: A Farmácia Solidária da AEA estará fechada a partir do dia 15/7 (segunda-feira), retornando as atividades em 5/8 (segunda-feira).

A AEA-MG promoverá no próximo 27 de junho (quinta-feira), palestra com o Diretor de Relações com Participantes da Cemig Saúde, Marcos Barroso (foto), e sua equipe O encontro será às 14h30, na Sede BH (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar - Centro), com o tema "Como a Cemig Saúde pode contribuir para o seu cuidado”. O evento faz parte da programação do Ciclo de Palestras 2019 da Associação.

Na oportunidade, o DRP falará a associados e pensionistas sobre a atual situação do plano de saúde, ações que estão sendo desenvolvidas e perspectivas.

Os interessados devem se inscrever pelo telefone (31) 3224 8323 ou pessoalmente na Sede BH.

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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