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A AEA-MG vai oferecer aos seus associados três aulas gratuitas de Biodança, com a professora Isa Andrade. As atividades ocorrerão nos dias 9, 16 e 23 de maio, das 15h às 16h30, na Sede BH (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar - Centro). O número de vagas é limitado, e os interessados devem se inscrever no atendimento da AEA-MG (falar com Marcela).

De acordo com a professora Isa Andrade, a biodança significa música mais movimento para proporcionar o bem-estar. A técnica melhora o humor, o sono, a postura e a autoconfiança.

A partir do próximo 10 de maio, os beneficiários do Cemig Saúde terão à disposição mais um hospital credenciado. Trata-se do Mater Dei Betim - Contagem (Via Expressa de Betim, 15500 - Duque de Caxias, Betim), que oferecerá serviços de pronto socorro, internação e maternidade. O ambulatório de consultas eletivas, com especialistas, contudo, não faz parte do convênio e não poderá ser utilizado pelos usuários do plano de saúde.

Para consultas com especialistas, o beneficiário deverá acessar o guia da Rede Credenciada, disponível no portal da Cemig Saúde (www.cemigsaude.org.br) ou pelo aplicativo

A AEA-MG será sede de evento promovido pela Regional Anapar em Minas Gerais, no próximo 24 de abril, a partir das 18h30. O encontro ocorrerá no Auditório da Associação (Avenida Afonso Pena ,867/16º andar – Centro-BH) e será dividido em dois momentos. Primeiro, serão definidos os delegados para a Assembleia Geral da Anapar, marcada para maio, em São Paulo. Posteriormente, será feito debate com o tema “Os Impactos da Reforma da Previdência nos Fundos de Pensão”.

A reunião é voltada para todos participantes de previdência complementar, lideranças sindicais e associativas. “Pela atualidade do tema, é fundamental a participação de todos. A reforma da Previdência é uma situação que deve ser analisada com profundidade pelos participantes ativos e suplementados da nossa Forluz, bem como por aqueles que à Fundação se associarem no futuro próximo como participantes instituídos”, ressalta Misael de Jesus dos Santos Sá, associado da AEA e Conselheiro Deliberativo da Regional MG/ES.

DEBATE

Além de definir os delegados para a Assembleia Geral da entidade, que será realizada no encerramento do XX Congresso, na capital paulista, de 23 a 25 de maio, a Anapar fará debate com o diretor regional da Anapar em São Paulo, José Ricardo Sasseron, sobre a eventual reforma da Previdência e seus impactos nos fundos de pensão.

Sasseron é formado em História pela USP, e foi diretor do Sindicato dos Bancários de SP, de 1994 a 2006. Participou dos Conselhos Fiscal e Deliberativo da Previ, onde também foi diretor de Seguridade. Na Anapar, ocupou a presidência (2001 a 2010) e a vice-presidência (2010 a 2016). Foi titular no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) e também na Câmara de Recursos da Previdência Social (CRPC), representando os participantes dos Fundos de Pensão. 

A Forluz e as patrocinadoras Cemig, Cemig-D e Cemig-GT, assinaram contrato referente ao equacionamento mínimo exigido pela legislação do déficit do Plano A apurado até dezembro de 2017.

O valor total do déficit acumulado apurado naquele ano foi de R$ 908 milhões, que, após ajuste de precificação, ficou em R$ 597 milhões, resultando em uma parcela mínima a ser equacionada de R$ 178 milhões, com amortização em 13,9 anos e início do pagamento em 2019. O pagamento da primeira parcela já foi efetuado pelas patrocinadoras neste mês de abril.

Já em 2018, o plano encerrou o ano com redução do déficit técnico acumulado, sem a necessidade de contratação de novos planos de equacionamento em 2019. O valor apurado foi de R$ 726 milhões para o período e o déficit técnico após ajuste de precificação foi de R$ 390 milhões, equivalente a 4,93% das reservas matemáticas.  Com isto, o valor ficou abaixo do limite estipulado para imediato equacionamento pelo artigo 29 da Resolução CNPC nº30/18.

Este resultado se deve, principalmente, ao retorno positivo dos investimentos. A Fundação encerrou 2018 com rentabilidade de 11,46% no Plano A, acima da RMA (Rentabilidade Mínima Atuarial) de 9,97%. 

A Entidade destaca aos seus participantes que segue trabalhando, em conjunto com a Cemig, na busca por uma solução definitiva para enfrentar o déficit remanescente do Plano A.

Fonte: Forluz

O Imposto de Renda não deverá ser descontado de pessoas com mais de 75 anos, desde que seu faturamento mensal não ultrapasse quatro vezes o limite máximo do Regime Geral de Previdência Social, hoje de RS 5,8 mil. É o que determina um projeto de lei (PL 582/2019) aprovado nessa quarta-feira (3) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O texto seguiu para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Segundo o autor da proposta, senador Alvaro Dias (Pode/PR), o objetivo é estimular a formação de poupança e investimento, para a garantia de melhores condições de vida na terceira idade.

O relator da matéria, senador Romário (Pode-RJ), considerou excessiva a isenção total dos rendimentos integrais dos maiores de 75 anos pretendida no texto original, afirmando que isso poderia provocar “efeitos concentradores de renda”. Segundo ele, seria o caso, por exemplo, de pessoa que não recebe qualquer benefício previdenciário, mas possui alto patrimônio mobiliário ou imobiliário.

Por considerar a questão complexa, Romário apresentou emenda que limita a isenção do Imposto de Renda aos idosos cujos rendimentos, de qualquer natureza, atinjam o equivalente a quatro vezes o valor máximo dos benefícios do RGPS. "Essas pessoas não recebem benefícios da Previdência porque nunca precisaram dela depender. Em tais casos, a concessão de isenção ilimitada do Imposto de Renda representaria uma benesse excessiva a quem dela não necessita", justifica o senador.

Fonte: Senado

Confira o Relatório da Administração referente ao ano de 2018. O documento reúne as informações sobre a situação financeira da Cemig Saúde, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do parecer da auditoria.

Clique aqui e confira o documento

Fonte: Cemig Saúde

A programação 2019 do Viva a Vida está repleta de atrações para os mais variados gostos e estilos. Canto, palestras, ginástica, curso de idiomas e artesanato são apenas algumas das opções para os associados que desejam utilizar o tempo livre de forma produtiva e prazerosa.

“O Viva a Vida é um programa permanente da AEA-MG, com o objetivo de promover e manter a qualidade de vida de aposentados e pensionistas por meio de atividades multidisciplinares. Atualmente, temos 15 atividades que trabalham todo o aspecto cognitivo das pessoas”, explica a psicóloga Neyse Drummond.

As atividades, gratuitas e pagas, ocorrem de segunda a sexta-feira, na Sede BH, bem como em alguns escritórios do interior. A programação pode ser acessada no www.aeamg.org.br/cursos.

“Os encontros são pautados pela disposição e alegria de professores e alunos que exercitam a memória, coordenação, ritmo, voz e linguagem, numa ação que estimula o protagonismo e o empoderamento”, conta Neyse.

Arte do Bem é a nova atração 

A novidade do Viva a Vida para 2019 é o projeto Arte do Bem, que tem como objetivo confeccionar artesanatos durante o ano e comercializá-los. Desta arrecadação, 30% será revertido em compra de materiais para produzir novas peças. Os outros 70% serão destinados a instituições carentes.

Atualmente, a atividade ocorre em Belo Horizonte e no Escritório de Uberlândia, mas será estendida às demais unidades da AEA no interior.

“Estamos reunindo associados que gostam de trabalhar com artesanatos, de forma voluntária e sem fins lucrativos. Os materiais serão comercializados em feiras que vamos promover. Além disso, faremos rifas e bingos das peças para conseguir maior arrecadação”.

O primeiro encontro para comercializar os produtos será em maio, na Feira de Artesanato AEA, nos dias 8, 9 e 10, na Sede BH. No último dia do evento, às 15h30, haverá sorteio de uma rifa. O vencedor levará a tela “Violetas”, da artista Marília Anjos. Cada bilhete custa R$ 10.

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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