AEA: 35 anos de lutas e conquistas em prol dos aposentados e pensionistas da Cemig

Da sala cedida pelo Sindieletro, passando pelo espaço alugado na rua da Bahia, até chegar à bela Sede própria, no Edifício Acaiaca, no Centro, em Belo Horizonte, e contar com sete Escritórios próprios no interior de Minas Gerais. A evolução é evidente, mas não se dá somente na estrutura física e patrimonial. Trata-se, sobretudo, da consolidação de um ideal plantado por alguns abnegados que arregaçaram as mangas e, em vez de curtir a tão sonhada aposentadoria de “pernas para o ar”, organizaram-se e iniciaram a luta para que a categoria avançasse na conquista e manutenção de direitos.

Assim pode ser resumida a trajetória da AEA, que completa nesta segunda-feira, 29 de janeiro, 35 anos de fundação. “Começamos numa sala emprestada e, hoje, temos orgulho de tudo que temos. O momento é de se profissionalizar cada vez mais, nem que seja passo a passo, de pouquinho em pouquinho”, avalia João Isidro Vinhal, Presidente da Associação.

De 1983 até agora, percebe-se claramente que a missão descrita na primeira Ata de Reunião segue mais atual do que nunca. “O objetivo desta Associação é lutar pelos direitos do aposentado, que tem no momento, como sempre teve, um papel marginalizado na nossa sociedade”, diz um trecho do documento.  

Em 1998, quando completou 15 anos, o primeiro presidente da Associação, Geraldo Pereira Magalhães, foi entrevistado pelo JORNAL AEA e reforçou a missão dos fundadores. “A AEA está no caminho certo. Apenas gostaria de alertar aos colegas que a Associação tem um compromisso social, econômico e jurídico, regido em Estatuto, com os aposentados”, destacou, à época.

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 A primeira Diretoria da AEA, em 1983, ano de sua fundação                           A atual Diretoria da AEA, eleita para o triênio 2018/2020

 

CONQUISTAS

Pode-se dizer que a semente plantada por aquele grupo, em 1983, vingou e hoje colhe seus frutos. Isso não significa dizer que a batalha está vencida. A luta continua mais ferrenha do que nunca, principalmente no momento pelo qual passa a sociedade brasileira, refém dos interesses de uma minoria que comanda o país, retira direitos e pressiona cada vez mais a maioria da população.

“Sabemos dos desafios que temos pela frente, por isso vamos trabalhar muito mais do que se pensa. É um ano de incertezas para todos nós, um ano das mudanças e nós vamos participar dessas mudanças, sim”, assegura João Isidro Vinhal.

Em relação às demandas específicas da AEA, ele ressalta que a união será primordial para que as barreiras sejam ultrapassadas. “Precisamos unir nossas mãos, porque elas estão um pouco afastadas. Faremos isso por meio do diálogo, sentados à mesa e conversando. Problemas, todos eles são nossos: a Forluz não tem problema, a Cemig Saúde não tem problema, os sindicatos não têm problemas. Nós é que temos os problemas”, aponta o Presidente.

 

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A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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