Associação entende ser necessário mais tempo para se discutir, com todos envolvidos, eventual mudança

Como participante do Grupo de Estudos Cemig Saúde e Forluz, a AEA recebeu com certa satisfação a notícia do adiamento da reunião que iria decidir sobre a alteração do plano B, proposta pela diretoria da Forluz, a pedido da Cemig. Prevista para ocorrer em 22 de fevereiro, a reunião foi remarcada para o próximo 7 de março.

A Associação enaltece a sensibilidade do presidente do Conselho Deliberativo da Forluz ao reconhecer a necessidade de se adiar o assunto, bem como o empenho dos conselheiros eleitos em trabalhar para que nova data fosse marcada. Esperamos, no entanto, que tal prorrogação não sirva somente como forma de transparecer boa vontade das Patrocinadoras e da Forluz, pois sabemos ser impossível discutir o assunto em tão pouco tempo.

A AEA avalia que apenas mais oito dias úteis não serão suficientes para fazermos um amplo debate com os participantes, assistidos, entidades e patrocinadoras sobre assunto tão relevante. Afinal, nossas reivindicações vão muito além da prorrogação por mais oito dias, pois eventuais mudanças como estão sendo propostas impactarão de forma definitiva na vida e nos benefícios de participantes ativos e assistidos.

Diante de assunto de tamanha relevância, é fundamental que a Forluz e a Cemig abram uma ampla negociação sobre o tema, diferentemente da forma urgente com a qual pretendem sacramentar a eventual mudança no Plano B, que se encontra plenamente saudável, segundo a própria Forluz.

Além disso, ressaltamos que a última alteração promovida no Plano B, bem menos significativa do que a pretendida atualmente, só foi implementada depois de quase um ano de estudos, debates e discussões.

Diante dessas ponderações, a AEA solicita, mais uma vez, que a Forluz, a Patrocinadora e o Conselho Deliberativo não decidam de afogadilho assunto de tamanha importância, e promovam nova prorrogação da data (7 de março), para que se tenha tempo hábil para a devida discussão do assunto com todos os envolvidos.

Por fim, lembramos que no Plano B não existe o voto de qualidade. Qualquer mudança proposta nele somente será implementada se um dos membros eleitos votar com a representação das patrocinadoras.

Tempo, negociação, transparência, pareceres de técnicos externos é o que a AEA espera e confia ter das direções das patrocinadoras e da Forluz.

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A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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