Conselho Deliberativo da Forluz desconsidera solicitação da AEA e de outras entidades e aprova mudança no Plano B

Apesar das diversas tentativas de estabelecer um diálogo, para adiamento da apreciação e deliberação das mudanças no Plano B, o Conselho Deliberativo da Forluz aprovou, nessa quarta-feira (7), a alteração no Regulamento.

Nos últimos 30 dias nos reunimos com a Diretoria da Fundação em duas oportunidades, com o presidente do Conselho Deliberativo, promovemos amplo debate com os principais envolvidos em nosso auditório, além das notas disponibilizadas e divulgadas em nossos meios de comunicação e das correspondências e e-mails enviados com esse objetivo.

Na deliberação específica de mudança no Plano B, apenas um conselheiro eleito pelos participantes (Guilherme de Andrade Ferreira), votou contra a medida. Os demais, mesmo eleitos pelos participantes, avalizaram a decisão da Fundação. Com isso, mais uma vez, uma decisão foi tomada sem uma discussão mais ampla sobre o tema, especial e particularmente às eventuais repercussões nos benefícios dos participantes dos demais Planos da Fundação (A e B), particularmente aqueles vinculados aos benefícios vitalícios.

Em momento algum, a AEA se colocou contrária à votação das eventuais alterações propostas. Nosso objetivo sempre foi e será o de abertura para negociação. Para isso, necessitávamos de tempo e sensibilidade para avaliar os possíveis impactos de uma mudança tão importante na vida dos participantes e de seus familiares.

Diante de assunto de tamanha relevância, que envolve milhares de vidas humanas, seria fundamental que a Forluz e a Cemig abrissem uma ampla negociação sobre o tema com todas as entidades representativas (sindicatos e federação), AEA, ABCF, e Grupo de Estudos, diferentemente da forma urgente com a qual sacramentaram a mudança no Plano B, que se encontra plenamente saudável, segundo a própria Forluz.

Por isso a nossa insistência em construir, coletivamente, um entendimento antes que a decisão fosse sacramentada. E, agora, com o martelo batido, reiteramos nossa insatisfação com tal postura.

Neste momento, a AEA acredita que não é hora de serem aclamados vencedores nem derrotados. Acredita, também, na importância fundamental de realização de amplos debates sobre a matéria com os espíritos totalmente desarmados e voltados, unicamente, para um único objetivo: os participantes.

Finalmente, entendemos que sem a participação de todos os envolvidos no processo (ativos, assistidos, patrocinadora, Forluz e entidades) não conseguiremos solucionar os impasses que já existem e aqueles que surgirão em nossas relações.

Aos nossos associados em particular e a todos os assistidos, comunicamos que estaremos atentos a todos os desdobramentos futuros da questão de forma ampla. Conclamamos a mais ampla atenção de todos às nossas informações e divulgações feitas pelos nossos meios oficiais de comunicação.

João Isidro Vinhal

Diretor Presidente da Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig

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