AEA-MG defende preservação do benefício vitalício no Plano A da Forluz

No último 30 de dezembro, a Forluz divulgou em seu site uma carta enviada pela Cemig (LEIA A CARTA), na qual a patrocinadora informa que apresentará, até o final do primeiro trimestre deste ano, proposta contemplando, entre outros pontos, a opção de migração voluntária dos participantes para um plano financeiro em cotas. Devido à importância e urgência do tema, o assunto foi uma das pautas da primeira reunião da nova Diretoria Executiva da AEA-MG, empossada no último 4 de janeiro.

A Associação reitera seu entendimento pela manutenção do caráter vitalício dos benefícios, condição estabelecida quando da criação do “Plano Saldado”, conhecido por Plano A, em 1997. Na ocasião, em troca de “abrirmos mão” de nossos direitos, a Cemig assumiu integralmente a responsabilidade por eventuais déficits futuros do plano, conforme os contratos firmados, e não pode agora simplesmente transferir esta responsabilidade para os participantes.

Ressalte-se ainda que, conforme o contratado à época, já que a Cemig era a responsável pelos eventuais déficts, a patrocinadora entendeu ter direito aos superávits e até já se beneficiou da utilização deles, nos anos de 2006, 2007 e 2008, reduzindo a dívida por ela assumida. Esta utilização, em valores atualizados, representa atualmente cerca de R$2 bilhões, montante suficiente não apenas para devolver o equilíbrio atuarial ao Plano A, mas torná-lo superavitário.

Tal situação, desmontaria a tese apresentada pela Cemig na carta enviada à Forluz, ao alegar que “os desequilíbrios atuariais, se não controlados com medidas efetivas e definitivas, além de representar um potencial problema financeiro e patrimonial para a Cemig, colocarão em risco a própria viabilidade do benefício para os empregados ativos e para os já aposentados”.

Assim, diante de um cenário de incertezas, quando surgem personagens que não representam os interesses dos aposentados e se aproveitam do momento para tentar conduzir o participante a aderir a propostas que só interessam à patrocinadora, a AEA sugere muita cautela aos participantes, que nunca devem tomar qualquer decisão precipitada, por pressão. Se alguma opção neste sentido for colocada, convém se informar na AEA.

A Diretoria da Associação, como representante de milhares de participantes, já se colocou em situação de alerta permanente e qualquer proposta de alteração será sempre analisada, considerando as condições iniciais da criação do plano. Além disso, a Entidade tem se preparado para atuar conforme os diversos cenários que podem surgir.

A AEA também está apta para prestar todos os esclarecimentos aos associados, mostrando as vantagens e desvantagens de se aderir a quaisquer propostas apresentadas. Em caso de dúvida, entre em contato com o Grupo Técnico Forluz-AEA, pelo email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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