Presidentes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da AEA-MG apontam suas expectativas à frente dos órgãos

A AEA-MG encontra-se sob nova direção desde o último 4 de janeiro, quando a Diretoria Executiva tomou posse. O mesmo se dá em relação aos outros dois órgãos que compõem a administração da Associação, o Conselho Deliberativo e o Fiscal.

Para o Conselho Deliberativo (CD), foram escolhidos sete membros titulares e quatro suplentes. No Conselho Fiscal (CF), são três efetivos e outros três, suplentes. Conforme prevê o Estatuto da Entidade, tanto o CD quanto o CF também contam com presidentes escolhidos pelos seus pares.

“Nos últimos seis anos, tive a honra de exercer, por dois mandatos, os cargos de Diretor Social (2015/2017) e Administrativo (2018/2020). Agora, fui eleito para o Conselho Deliberativo e Presidente do órgão. Gostaria de agradecer a todos pela confiança em mim depositada ao longo de todo o período”, destaca Edi Ângelo. (à esquerda na foto)

O presidente do CD ressalta que a atual composição aumenta a expectativa para o desenvolvimento de um trabalho qualificado nos próximos três anos, devido à vivência dos membros na administração da AEA. “O órgão terá dois ex-Presidentes, três ex-Diretores e um Conselheiro reconduzido. Desse modo, acredito que o Conselho não terá características simplesmente homologatórias. Pela experiência que possui, está amplamente capacitado para discutir e deliberar tudo o que for apresentado, nos termos do Estatuto”, avalia Edi.

O Conselheiro ressalta que o Programa de Trabalho da Diretoria Executiva tem muitas propostas e projetos, vislumbrando uma série de grandes desafios. Além disso, ele reitera haver uma série de enormes “conflitos” envolvendo relações e relacionamentos com a Cemig, Forluz e Cemig Saúde, com impactos diretos nas vidas dos participantes e dos associados da AEA, em particular.

“Diante desse cenário, é imprescindível buscar uma administração interna coesa, objetiva, eficiente e transparente para que seja possível enfrentar todos os desafios.  Sem esquecer que é fundamental preservar, a todo custo, a Forluz e a Cemig Saúde das ameaças ao equilíbrio e à saúde financeira das mesmas, garantindo uma qualidade de vida digna para nossos associados.”, aponta.

Como diretriz de trabalho, Edi aponta que todas as ações serão pautadas pela defesa dos interesses coletivos de aposentados e pensionistas. “Meu posicionamento, bem como dos demais Conselheiros Deliberativos, será sempre o respeito a todos Diretores, Conselheiros, empregados da capital e do interior e por todos nossos colaboradores e associados, respeitando, em primeiro lugar, o Estatuto e as Normas da Instituição, incentivando e deliberando sobre qualquer projeto da Diretoria Executiva que busque o interesse de nossos associados”, projeta.

Conselho Fiscal vai trabalhar para maximização econômica-financeira da Associação

Formado em Administração de Empresas, com Especialização em Administração Financeira (FDC) e Gestão Pública (UFOP), Vicente de Paula Castro será o responsável por presidir o Conselho Fiscal da AEA. Ele assume o cargo após ter trabalhado 25 anos na área financeira da Cemig, com passagens pelos CFs da Forluz, Cecremec e Cemig Saúde.

“A função do órgão é examinar e emitir parecer sobre os balancetes e demais demonstrações financeiras, o balanço e a prestação de contas anuais, apresentados pela Diretoria Executiva. Dessa forma, nossa expectativa é acompanhar e fiscalizar a área financeira quanto aos procedimentos contábeis, fluxos financeiros, contratos e demonstrações contábeis. Além disso, acompanhar detalhadamente a execução do Orçamento Anual, aprovado pelo Conselho Deliberativo e executado pela Diretoria Executiva”, detalha Vicente.

O Conselheiro argumenta que o órgão tem por premissa propor melhorias dos controles internos quando se fizer necessário, sugerir correções nos rumos na execução financeira e orçamentária, de forma a dar maior transparência às finanças da associação.

“Devemos colaborar, de forma efetiva, para a maximização dos resultados econômico-financeiros, disponibilizando mais recursos para a sustentabilidade social e econômica da AEA”, projeta o presidente do CF.

Vicente lembra, ainda, que o órgão deve se manter fiel aos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral de 2020, quando foi elaborada a Proposta da Inova AEA.

“São cinco pontos importantes que levarão a Associação rumo ao associado, e traduzem a disposição da nova administração da AEA de dar foco a assuntos de grande importância”, argumenta o Conselheiro.

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