Na contramão do que defendem a AEA e entidades representantes da maioria dos participantes, conselho deliberativo da Forluz promove mudanças no Plano B

Por 4 votos a 2, os conselheiros deliberativos da Forluz impuseram uma derrota aos participantes do Plano B, ao sacramentar mudanças no regulamento, em reunião realizada nessa quinta-feira (15). Três dos votos a favor das mudanças já eram esperados, por serem de conselheiros que defendem os interesses da Cemig.  Causou descontentamento, contudo, manifestada por centenas de mensagens nas redes sociais, o voto de um dos conselheiros eleitos,   Marcos Túlio Silva, que, ao invés de concordar com o dos outros dois conselheiros eleitos, favoreceu os interesses da empresa.

O fato ocorreu apesar de todo esforço e união dos representantes da maioria dos participantes e mesmo com um parecer apontando que o risco do Plano B poderá ser maior. O Diretor de Relações com os Participantes, Vanderlei Toledo, também indicado e eleito, já havia se posicionado a favor das propostas da empresa na diretoria da Fundação.

Há de se ressaltar, contudo, o compromisso dos conselheiros eleitos Roseli Conceição Maciel e Guilherme Alves Fernandes, que votaram de acordo com o que defendem as entidades representantes da maioria dos participantes.

No início desta semana, AEA-MG, ABCF e Sindieletro promoveram reunião virtual para apresentar aos participantes as propostas que estavam em jogo. Na ocasião, as entidades demonstraram de forma clara e transparente o risco que cada mudança poderia apresentar ao Plano B. (RELEMBRE)

As alterações mais prejudiciais aos participantes foram a adoção de cotas para benefício de invalidez calculado a partir do Fundo de risco, a redução de 50% para 30% do saque à vista, a retirada do direito do filho inválido após os 24 anos e principalmente a abertura da migração de benefício vitalício para benefício em cotas.

Esse último tema não foi debatido no Grupo de Trabalho constituído desde 2018 na Forluz para estudar alterações regulamentares do Plano, sendo apresentado na última hora pela Cemig. Qualquer proposta de migração de renda vitalícia para cotas precisa de estudos de impactos nas duas modalidades de benefício, o que não foi feito até o presente momento.

FORTALEÇA A AEA-MG E NOS AJUDE A DEFENDER O DIREITO DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS!!!

 

Instagram: https://www.instagram.com/portal.aeamg/

Facebook: https://www.facebook.com/portal.aeamg

>> Clique AQUI e seja sócio!

>> Clique AQUI e inscreva-se no canal da AEA-MG no Youtube.

 

Compartilhe

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

Saiba mais...

Newsletter

Assine nossa Newsletter e fique por dentro das notícias e promoções.