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A AEA-MG promoveu, na última quarta-feira (6), reunião com participantes e assistidos da Forluz com a presença do Diretor de Relações com Participantes, Vanderlei Toledo, e o Conselheiro Deliberativo eleito, João Wayne, para esclarecer informações que estão sendo veiculados em redes sociais, sobre a suspensão de contrato de locação do Edifício Aureliano Chaves por parte da Cemig. O fato gerou preocupação nos participantes, provocando uma onda de informações desencontradas e, não raro, improcedentes.

Conforme relatou Vanderlei Toledo, a Fundação está avaliando como será tratada a proposta de distrato apresentada pela empresa, em novembro do ano passado.

"A Cemig nos encaminhou carta com a intenção de desocupar 17 dos 21 andares locados por ela no Edifício Aureliano Chaves. A saída teria início em março de 2019 e a conclusão em janeiro de 2020, permanecendo, ao menos por enquanto, com os quatro andares ocupados pelo COD e COS. O assunto, após analisado na Diretoria e por tratar de devolução de andares de forma escalonada, diferentemente da forma prevista no contrato, foi encaminhado ao Conselho Deliberativo, a quem compete a deliberação final nos termos das regras de Governança do setor. Entretanto, até o momento, não há definição formal deste órgão colegiado", esclareceu Toledo.

Embora não exista uma resposta oficial da Fundação para a Cemig, o DRP tranquilizou os participantes, ressaltando que há cláusulas que precisam ser respeitadas e, se confirmada a saída da Cemig, as multas rescisórias serão aplicadas nos termos contratados, e a ocupação do edifício por outros possíveis locatários já está sendo avaliada.

"O prédio é um patrimônio dos planos de benefícios da Forluz. Portanto, se a Cemig sair de lá, nada nos impede de procurar novos inquilinos. Além disso, em caso de quebra de contrato anteriormente ao 60º mês de locação, há cláusula prevista de que o locatário pague os valores referentes aos aluguéis até outubro de 2020. Tudo isso está sendo avaliado pela Fundação, antes de tomar qualquer decisão", explicou o diretor.

João Wayne esclareceu que o assunto foi preliminarmente tratado no Conselho Deliberativo, em dezembro de 2018, e novos estudos e pareceres foram requeridos e deverão ser apresentados na próxima reunião do Colegiado, agendada para 20 de fevereiro.

Esclarecimentos

A associada Alba Moreira Scolari enalteceu a iniciativa da AEA em promover o encontro e avaliou que foi extremamente proveitoso, pois serviu para elucidar questões que têm sido abordadas pelos participantes desde que o interesse da Cemig de deixar o prédio veio à tona.

"Os fatos que envolveram a construção e a locação do edifício foram apresentados de forma bastante clara e objetiva, de forma a tranquilizar os participantes quanto ao impacto sobre os Planos A e B em relação à eventual saída da Cemig do local. Esta reunião aconteceu num momento de muitas dúvidas e foi bastante esclarecedora para evitar tantas notícias falsas e desconfortáveis em redes sociais", argumentou Alba.

Segundo a Diretoria da AEA, caso seja necessário, outras reuniões para tratar do tema serão promovidas na sede da entidade, e os interessados serão previamente convidados a participar.

História

O Edifício Aureliano Chaves foi construído pela Forluz, num terreno cedido pela Cemig como amortização da dívida que a empresa tinha com o Plano A da Fundação. A construção teve início em 2010.

O imóvel foi inaugurado em 2014, tendo sido gastos R$ 331 milhões para erguê-lo. Em novembro de 2015, a Cemig passou a ocupar 21 pavimentos do local e, em novembro de 2018, informou à Forluz a pretensão em desocupar 17 dos 21 andares locados.

Conforme último cálculo, feito em dezembro de 2018, o imóvel está avaliado em R$ 490 milhões.

A AEA-MG promoverá na próxima quarta-feira (6) reunião com o Diretor de Relações com Participantes da Forluz, Vanderlei Toledo, para tratar de assuntos relacionados à gestão da Fundação. O encontro será no Auditório da Sede BH (avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro), das 14h30 às 17h30.

A Diretoria da AEA ressalta a importância da participação dos associados, pois os temas que serão abordados na reunião têm impacto direto na administração da Forluz.

Devido ao número limitado de lugares no Auditório, os interessados em participar devem confirmar presença pelo telefone (31) 3224 8323.

Como ocorre em todos os anos, no último domingo (27) foi realizada uma missa em homenagem aos aposentados, no Santuário Nacional de Aparecida (SP). Durante a celebração, o padre enfatizou a importância de se solidarizar com causas sociais, pois esse é o principal ensinamento de Jesus Cristo. "Temos recebido reclamações por abraçarmos algumas causas sociais, mas Jesus fazia isso", lembrou o sacerdote.

O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Aposentados (Cobap) contou com a presença de aposentados e pensionistas de várias regiões do Brasil. Na ocasião, a AEA-MG foi representada pela colaboradora Vilma da Conceição Dário, e outros associados.

O presidente da Federação dos Aposentados e Pensionistas de Santa Catarina (Feapesc), Iburici Fernandes, leu ao final da missa a Carta de Aparecida, onde o movimento liderado pela Cobap expressou os principais anseios da categoria: "Clamamos por respeito e consideração, rechaçando a persistente acusação de sermos responsáveis por desajustes econômicos, crise e acúmulo de problemas sociais e conjunturais do Brasil", 

Após a missa, dirigentes e lideranças do movimento dos aposentados se reuniram no auditório Padre Noé Sotillo, no subsolo da Basílica, para debaterem sobre as principais demandas da categoria e estratégias de lutas para 2019. 

 

Dia Nacional do Aposentado - Carta de Aparecida 2019

 

Ao povo brasileiro,

Os Aposentados, Pensionistas e Idosos do Brasil voltam ao Santuário Nacional de Aparecida para celebrar o Dia Nacional do Aposentado, agradecer à Nossa Mãe Santíssima pelas bênçãos recebidas e pedir Sua proteção e Luz, que nos guiarão em 2019.

Sabemos que será um ano muito difícil, com novos governantes, um Congresso Nacional cheio de caras novas e principalmente a “Reforma da Previdência Social”.

Neste ano em que a Campanha da Fraternidade proclama: “Fraternidade e Políticas Públicas” - “Serás libertado pelo direito e pela justiça”. Clamamos por respeito e consideração, rechaçando a persistente acusação de sermos responsáveis por desajustes econômicos, crise e acúmulo de problemas sociais e conjunturais do Brasil. A Previdência Social ampara diretamente 34 milhões de Aposentados, Pensionistas e beneficiários diversos. Não há justiça em cortar direitos e empobrecer Aposentados e Pensionistas que trabalharam a vida inteira para fazer deste País uma das maiores potências econômicas.

A CPI da Previdência no ano de 2017 comprovou que a Previdência Social é superavitária entre 2000 e 2015 em 2.13 trilhões de reais que somado a DRU (Desvinculação de Receita da União), desoneração da Folha de pagamento, o Refis, sonegações e fraudes, chegam a 6 trilhões de reais. Desse total 4.76 trilhões de reais foram para o ralo (valores corrigidos pela Selic).

Todos os recursos previdenciários vão para o caixa do Tesouro Nacional, por isso, propomos a criação de um Fundo Previdenciário que irá garantir os pagamentos e correções justas das aposentadorias e pensões.

As áreas da Saúde (sendo o SUS referência mundial) a Assistência e a Previdência Social são a base de sustentação da Justiça Social do Brasil.

A PREVIDÊNCIA SOCIAL É DO POVO BRASILEIRO! É a maior distribuidora de renda do país e o que estão fazendo é acabar com o Sistema de Proteção Social. Por isso, lutamos pelo retorno do Ministério da Previdência.

A COBAP e todas as Entidades filiadas reafirmam o compromisso de estar sempre na defesa dos direitos e da dignidade dos Aposentados, Pensionistas e Idosos como também para população sofrida e trabalhadora.

 

Aparecida / SP, 27 de janeiro de 2019.

* Com informações da Cobap

Com o objetivo de fortalecer o relacionamento entre as entidades fechadas e seus participantes, o evento anual do Dia do Aposentado, organizado pela Abrapp e pelo Sindapp, foi realizado na última quarta-feira (23), no Espaço Cintron, em São Paulo.

Nos últimos anos, a indicação do homenageado tem sido feita pela AEA-MG. Para representar os participantes da Forluz em 2019, a Associação indicou o assistido Marcelo Alkmin. "A homenagem é um reconhecimento muito grande pelo trabalho que realizamos por muitos anos antes de passar o bastão para as novas gerações. Considero o benefício da Forluz como o principal, pois é muito maior que a aposentadoria do INSS. Temos o papel de fazer os mais jovens entenderem que é necessário poupar para o futuro. Neste sentido, os planos voltados aos familiares serão muito importantes", destacou.

Marcelo Alkmin recebeu o diploma das mãos do presidente da Forluz, Gilberto Gomes Lacerda. A programação do evento também contou com palestras do presidente da Abrapp, Luís Ricardo Marcondes Martins, do presidente do Instituto de Longevidade da Mongeral Aegon, Nílton Molina e do Escritor e Psicólogo Ricardo de Faria Barros.

Mais de 200 pessoas participaram desta edição do Dia do Aposentado da Abrapp, sendo cerca de 70 homenageados indicados pelas associadas. O número superou a edição do ano anterior. 

Fonte: Forluz

 

A AEA-MG convida a todos associados, amigos e familiares para a missa de Ação de Graças pelos 36 anos de fundação da Associação. A celebração será no próximo 29 (terça-feira), às 18h30, na Capela Nossa Senhora do Rosário, em Belo Horizonte (Rua São Paulo, 759, Centro).

Fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da Cemig, a AEA, desde então, tem se notabilizado pela defesa intransigente dos direitos dos associados. A cada ano, consolida-se como referência nacional entre entidades que defendem os interesses e promovem o bem estar de aposentados e pensionistas.

Aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo terão reajuste de 3,43% no benefício. A Portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (16) e, com isso, o teto para do INSS passa de R$ 5.645,80 para R$ 5.839,45.

Pela lei, o índice de reajuste é estabelecido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Em 2019, o reajuste foi menor do que o do salário mínimo (4,61%), que passou de R$ 954 para R$ 998, no último dia 1º de janeiro.

Depois de um ano marcado por ajustes e muitos desafios, a Diretoria Executiva da AEA-MG projeta avanços em ações para 2019. Entre as principais metas estão propostas como a alteração do Estatuto, implantação de software de gestão e o levantamento dos bens da Associação, criação de escritório no Sul de Minas, parcerias com prestadores de serviço e comércio em geral, entre outras.

Nesses primeiros 12 meses de atuação da gestão 2018/2020, algumas ações já foram iniciadas, como o trabalho de análise e possível reformulação do Estatuto da AEA. Pretende-se, com a medida, atualizar o documento para que as ações sejam norteadas por diretrizes mais objetivas e modernas.

“Foi criado um grupo de trabalho que tem se reunido para avaliar os dispositivos do Estatuto que podem ser ajustados”, conta Edi Ângelo, Diretor Administrativo da AEA.

Ainda na gestão anterior, foi elaborada uma minuta do documento que será o ponto de partida do grupo de trabalho. Posteriormente, será encaminhada a membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, para análise e sugestões. Após esta fase, o material será enviado à Diretoria. Se aprovado, todos os associados receberão uma versão do Estatuto para que possam examiná-lo e, se for o caso, apresentar sugestões.

“A última fase será submeter o documento à apreciação dos associados, em Assembleia Geral. A estimativa é a de que o trabalho seja finalizado até junho de 2019”, projeta Edi Ângelo.

ÁREA FINANCEIRA

Outra ação iniciada neste ano foram os ajustes na área financeira. “Verificamos a necessidade de desenvolver um trabalho para que pudéssemos ter o total controle financeiro da AEA. Inicialmente, a ideia era implantar um software de gestão, mas adiamos esta ação para o próximo ano. Com isso, criamos um banco de dados contendo todas as informações que precisamos sobre as finanças da AEA, para agilizarmos o processamento das informações”, relata Ana Lúcia Rodrigues, Diretora Financeira da AEA-MG.

Com a medida, os gastos da Associação encontram-se administrados, o que possibilita ter controle sobre todas as finanças da Instituição. “Sabemos quanto custa cada escritório do interior, cada manutenção e reparo, o custo de cada conselheiro para comparecer a Belo Horizonte, entre as demais despesas”, exemplifica Ana Lúcia.

Para o próximo ano, a expectativa da área financeira é implantar o software de gestão visando à otimização dos recursos da AEA, com o adequado acompanhamento de fluxo de caixa no curto, médio e longo prazos. Além do software, será apresentado o resultado do levantamento físico dos bens com o ajuste do patrimônio da AEA.

“Em Belo Horizonte e nos Escritórios do Interior, iniciamos o levantamento do Ativo Imobilizado e Intangível. Pelos levantamentos iniciais, observamos que o valor patrimonial contabilizado hoje é irreal. Quando terminarmos o levantamento dos bens, teremos também o controle efetivo de todo o nosso patrimônio”, explica Ana Lúcia.

IMPLANTAÇÃO DE ESCRITÓRIO NO SUL DE MINAS

Um dos novatos da atual gestão, o Diretor de Interior, Wilcks Campos Filho, utilizou parte do ano para conhecer a estrutura da AEA espalhada por Minas Gerais. Atualmente, há Escritórios em sete municípios, e a possibilidade de implantação de mais um, no Sul de Minas.

“Além de dar plantão semanal em Juiz de Fora, visitei São João del Rei, Uberaba, Uberlândia e Governador Valadares. Para 2019, estão programadas viagens a Divinópolis e Montes Claros e outras cidades junto com o Integra AEA ou em parceria com a Cemig Saude”, diz.

Simultaneamente às visitas, Wilcks trabalhou em outras frentes, como escolha do novo representante de Barbacena e das atividades e eventos desenvolvidos ao longo do ano nas sedes. “Estamos avaliando a possibilidade de mudança de local dos Escritórios de Uberaba e Montes Claros e intensificamos as tratativas para implantação do Escritório no Sul de Minas”, revela.

A criação de um novo escritório é uma ideia antiga e fruto de diversas solicitações, devido à necessidade e importância estratégica da região, particularmente em Varginha ou Pouso Alegre. “Em novembro passado, encaminhamos pedido à Cemig para cessão de uma sala nas dependências da empresa em Varginha. Estamos aguardando a resposta”, informa.

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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