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Levantamentos realizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovam: a população brasileira está envelhecendo cada vez mais rápido e vivendo cada dia mais. Em 1955, a expectativa de vida era de 52,9 anos. Mudanças nas condições de saneamento e saúde do País Transformaram este cenário e, em 2015, a expectativa de vida saltou para 75,4 anos.

A tendência é que, em 2050, praticamente metade da população esteja acima dos 50 anos com uma expectativa de viver além dos 80 anos. “A longevidade é um processo antigo e contínuo”, avalia Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, que é liderado pela Mongeral Aegon Seguros e Previdência, seguradora com mais de 180 anos de experiência no mercado brasileiro.

Oficializado no dia 12 de abril de 2016, o instituto surge com a proposta de despertar o debate sobre a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade. “A sociedade estava escalada para morrer com 60 anos até bem pouco tempo e, hoje, isso mudou para até 90 anos. Existe o impacto econômico, ou seja, como esta pessoa vai ser sustentada por cerca de 30 anos fora do mercado?

Mas tem também o grande impacto social: se ela se aposenta aos 60, como fará para ficar 30 anos sem trabalhar? Isso é insuportável. As preocupações do instituto são estudar e oferecer ideias e sugestões para amenizar estas consequências”, explica Molina.

Trabalho = qualidade de vida

Com o apoio dos professores da USP (Universidade de São Paulo), Hélio Zylberstajn e Nelson Mannrich, foi redigido o projeto de Lei que cria o Reta (Regime Especial de Trabalho do Aposentado). O documento prevê relações trabalhistas mais flexíveis e incentivos para empresas que contratarem profissionais acima dos 60 anos.

“A jornada de trabalho seria de cinco horas, com um compromisso menor. O Reta não produz vínculo empregatício, ou seja, reduz o custo da empregabilidade do ponto de vista da empresa. Por outro lado, não será permitido contratar mais de 5% da equipe por meio do Reta”.

O presidente do instituto lembra ainda que é fundamental investir na requalificação do profissional. Por isso, o órgão criou a plataforma Movimento Real/Idade. Além de estudos e reportagens sobre a questão da longevidade, o site contará com ferramentas úteis, como cursos, auxílio tecnológico, orientações financeiras, entre outras dicas para reinserção no mercado.

Para Molina, ações como estas devem influenciar na forma como as empresas encaram a longevidade: “Precisamos criar formas de fazer com que as próprias organizações olhem para os seus recursos humanos mais velhos. Pouquíssimas empresas no Brasil têm este pensamento atualmente”.

De olho no futuro

A questão da longevidade influencia diretamente as EFPC ́s (Entidades Fechadas de Previdência Complementar), como a Forluz. Para Molina, é fundamental que os fundos de pensão tenham a consciência de que vão lidar com seus assistidos por um tempo mais prolongado e, por isso, precisam prezar pelo planejamento.

Atenta a este cenário, a Forluz busca inovar na oferta de seus produtos e serviços, com o intuito de atender às expectativas dos diferentes perfis de participantes.

Através de uma equipe capacitada e criteriosa, a Fundação se preocupa com a gestão de recursos a longo prazo, por meio de investimentos previamente calculados e constantemente monitorados.

Para Molina, este pensamento moderno adotado pela Entidade é a chave para uma gestão segura. “A empresa tem que entender como vai trabalhar com recursos mais longevos, existe uma série de saídas para isso, mas a porta de entrada, certamente, é admitir que a longevidade veio para ficar”, ressalta.

Por outro lado, ele alerta para a consciência individual com relação ao próprio futuro que os trabalhadores precisam adquirir. “O que fica nesta missão toda é que a longevidade é um problema individual. As pessoas terão que entender que precisam sustentar sua própria velhice. Ou seja, é uma questão de trocar consumo por poupança”.

Protagonismo

A diretora de promoção da AEA (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas de Minas Gerais), Vilma da Conceição Dário, afirma que a instituição tem um pensamento alinhado à questão da longevidade e qualidade de vida do aposentado. Para Vilma, o retorno ao trabalho representa, muitas vezes, o resgate da autoestima da pessoa. “O que se busca é o empoderamento e protagonismo, a superação dos obstáculos como insegurança, sentimentos de inferioridade e o achar que não são capazes”, avalia.

Ela explica que a associação busca estimular o trabalho, especialmente o voluntariado, com o intuito de manter as pessoas ativas e, desta forma, combater o conceito de que o aposentado deve ‘voltar aos seus aposentos’. “Queremos tirá-los da acomodação, de ficar em casa no esquema acorda-come-vê TV-dorme. Não, não pode ser assim”.

Segundo Vilma, em Belo Horizonte, algumas empresas já desenvolvem iniciativas neste sentido, como é o caso do programa “Rede Sênior Cidadã”. As vagas de trabalho são divulgadas nos fóruns das nove regionais do município e no Centro de Referência da Pessoa Idosa.

A AEA possui três eixos de atuação nas esferas municipal, estadual e federal, que são: cuidado e proteção ao idoso frágil, enfrentamento à violência e promoção do envelhecimento ativo e saudável. Com relação a este último tópico, a Associação desenvolve uma série de eventos e atividades que agem como mecanismos de qualidade de vida do aposentado.

São aulas de canto, ginástica, espanhol, inglês, artesanato, yoga, teatro, violão, inclusão digital e dança, além de espaço aberto para contato com psicóloga, encontros e viagens realizados durante o ano. “Todas as atividades do Programa Viva a Vida têm como objetivo maior a melhoria da qualidade de vida dos associados, sempre buscando a alegria de viver através de sua interação com os amigos e professores”.

longevidadeinternaDiariamente, a AEA promove inúmeras atividades para manter a vida dos associados ativa em todos os aspectos, como as aulas e apresentaçãoes de dança e ginástica

 

Índice Real/Idade de Longevidade

Outra frente de trabalho que já está sendo desenvolvida em parceria com o Instituto de Finanças da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas) é a criação do índice e prêmio Real.Idade de Longevidade, que reconhecerá municípios estruturados para atender à população idosa.

A cidade será avaliada por meio de diversos indicadores, que passam por saúde, segurança e locomoção. “É como um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da longevidade. Pretendemos classificar as cidades que estão preparadas para receber seus moradores cada vez mais longevos”.

Viver mais para viver melhor

O geriatra Marcos Cabrera propõe o questionamento: estamos vivendo cada vez mais, mas será que estamos vivendo com qualidade? Ele ressalta que prolongar os anos não pode significar conviver por mais tempo com problemas de saúde físicos e emocionais. A boa notícia é que construir uma terceira idade saudável e mais feliz só depende de nós e da forma como lidamos com diversos aspectos do cotidiano. “O que comemos, o que praticamos de atividade

física, como dormimos, como tratamos as nossas doenças crônicas e se utilizamos os medicamentos da maneira correta, tudo isto interfere na forma como viveremos a maturidade”.

Cabrera lembra ainda que uma vida longa e melhor não se resume às questões biológicas. Antes de mais nada, é fundamental construir laços afetivos duradouros e manter-se ativo mesmo após a aposentadoria. “O cérebro é igual aos músculos e deve ser mantido ativo para estar pronto para funcionar. Além de todos estes pontos fundamentais para se ter uma longevidade feliz, é preciso procurar manter os relacionamentos afetivos vivos. O ser humano conseguirá estar melhor se conseguir manter ligações afetivas bem estruturadas”

Fonte: Revista Lume (julho/2016)

Como já se tornou rotina nos últimos anos, a AEA participa mais uma vez do Dia do Voluntariado, que neste ano vai ajudar a Associação Obras Pavonianas de Assistência, em Belo Horizonte. A AEA faz parte da liga de super-heróis formada pelo grupo Cemig (Cemig Saúde, Gasmig, Cemig Telecom, Indi, Axxion e Forluz), Gremig, AIC e CeMais.

O primeiro objetivo da ação é arrecadar materiais como roupas, agasalhos, sapatos, leite e biscoitos, que devem ser entregues até o dia 19 de agosto nos postos de coleta designados pela organização. O da AEA fica na Sede em Belo Horizonte (Av. Afonso Pena, 867, 17º andar).

Além de fazer doações, os voluntários podem participar da triagem do que for arrecadado e da entrega dos donativos, que será realizada no dia 28 de agosto. A associação que será beneficiada neste ano atende mais de 500 crianças de 4 a 14 anos, 45 idosas e mais 200 alunos do grupo de Educação de Jovens e Adultos (EJA), moradores de algumas comunidades com Morro do Papagaio, Vila Santa Rita de Cássia, Vila Morro São José e Barragem Santa Lúcia.

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Conversando com a Doutora

A AEA realiza na próxima sexta-feira (22/7) mais uma edição do projeto Conversando com a Doutora. O encontro será às 15h30, quando a médica Simone Lima vai tratar do tema “Cuidados Pessoais”. O evento será na Sede da Associação (avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro-BH).

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A Procuradoria da Fazenda solicitou que sejam encaminhadas informações sobre a data de início e valor do benefício dos 1.174 associados que movem ação contra a União, referente ao processo de bitributação. Os dados serão comparados aos já apresentados pela perícia contratada pela AEA. A expectativa é a de que, após essa fase, seja apresentada uma proposta de acordo. Se ocorrer isso, e for aceita, o processo se encaminhará para um desfecho, depois de quase 16 anos de demanda judicial.

No último dia 10 de junho, a diretoria da AEA se reuniu com representantes da Forluz, responsável por enviar as informações à União, para tratar do assunto. “Viemos a BH para tentar ‘encurtar prazos’, porque temos a informação de que a justiça vai solicitar esses dados. Em vez de esperar a intimação judicial, já encaminhamos o pedido à Forluz para tentar adiantar o processo”, explica Alberto Maimoni, advogado que representa a AEA na ação.

Maimoni explica que o processo se encontra em fase de verificação dos cálculos, e a perícia já havia levantado quais valores seriam devidos a cada integrante da ação. Contudo, o desmembramento da ação principal, que resultou em 57 execuções, fez com que a União solicitasse as fichas financeiras de todas as pessoas que constam no processo.

“Conversamos com o juiz que está cuidando desse processo, ano passado, e ele acenou com a possibilidade de entrar em contato com a União, antes de iniciar propriamente dita a execução (citação para pagamento). O objetivo era que a União avaliasse os cálculos para uma eventual proposta de acordo. Nossos cálculos já estão lá, mas eles querem a informação da Forluz, para a conferência”, esclarece o advogado.

DEMORA

A batalha judicial se arrasta desde 2000, o que gera muito expectativa e ansiedade aos envolvidos, sobretudo, por se tratar de um público idoso. Por isso, o fator tempo passa a ser mais um motivo de desgaste.

“O que tenho dito para quem me liga é: se a União reavaliar os cálculos e oferecer um acordo, para cada um colocar na balança se aceita ou não o acordo, pode ser mais vantajoso do que seguir o trâmite normal do processo. Porque, segundo o juiz, a União procedeu assim em casos similares e fez acordo com as partes”, argumenta o representante da AEA na ação.

 

Clique aqui e acompanhe a movimentação do processo na Justiça Federal

Sustentabilidade da Cemig Saúde

A AEA promoveu na tarde desta quinta-feira (14) a palestra “Sustentabilidade da Cemig Saúde”. Com a participação de Gilberto Lacerda, presidente da Cemig Saúde, e João Isidro Vinhal, Diretor de Relações com os Participantes (DRP), o evento tratou das ações desenvolvidas e dos desafios que têm sido enfrentados para manter a boa gestão do plano de saúde.

Realizado na Sede da Associação em Belo Horizonte, o encontro foi direcionado a aposentados, pensionistas e demais beneficiários do plano de saúde. Na abertura, o presidente da AEA, João Victor Marçal, ressaltou que ações como essa são fundamentais para que todos os usuários tenham ciência de como está a situação do plano.

INFORMAÇÕES

O DRP João Isidro Vinhal, ex-presidente da AEA, falou sobre suas ações à frente da diretoria, como o DRP Itinerante, programa que tem como objetivo levar aos beneficiários das várias regiões do Estado, informações não somente sobre saúde, como dados que vão contribuir para a excelência do plano.

“Sempre ressalto que a sustentabilidade da Cemig Saúde começa com a prevenção. Para termos um bom plano, devemos pensar em prevenção e promoção à saúde”, diz.

Gilberto Lacerda destacou a importância do encontro, por ser oportunidade única para compartilhar os grandes desafios da Cemig Saúde no presente e no futuro. "Nós temos o mesmo objetivo, estamos do mesmo lado que é o da sustentabilidade e da perenidade da Cemig Saúde", enfatizou.

Clique aqui e veja fotos do encontro

Postado às 16h09

Atualizado às 17h

 

 

 

 

Aposentados e pensionistas estão sendo vítimas de mais um golpe em Minas. Segundo o coordenador do Procon da Assembleia, Marcelo Barbosa, escritórios de advocacia, travestidos de associação, têm feito a captação de clientes com a promessa de ingressar com ações para a revisão das pensões, de aposentadorias, de FGTS e até para redução de juros em financiamento.

“Representantes dessas empresas ligam para a casa dos aposentados e pensionistas para que eles se associem e são obrigados a desembolsar uma mensalidade que, na realidade, são os honorários dos advogados para que ingressem com a ação”, conta Marcelo Barbosa, lembrando que o Procon tem recebido uma enxurrada de reclamações dessas pessoas, que têm sido vítimas fáceis da ação dessas “associações”. Em alguns casos, segundo ele, as vítimas chegaram a desembolsar até R$ 3 mil sem, no entanto, conseguir nenhum benefício.

O coordenador do Procon conta que na semana passada já fez uma representação à Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados de Minas para que apure essas práticas abusivas. “Tem advogados envolvidos”, denuncia. Ele alerta também que os consumidores que forem vítimas devem denunciar o caso também na Delegacia de Defesa do Consumidor, que funciona na rua Martin de Carvalho, 94, no bairro Santo Agostinho, no mesmo prédio do Procon. Além da publicidade enganosa, Marcelo Barbosa lembra que os aposentados e pensionistas estão sendo vítima de estelionato.

+ ALERTA TOTAL CONTRA OS GOLPISTAS

+ APOSENTADO É ALVO EM OUTROS GOLPES

+ MECANISMO PARA SE EVITAR O CRIME

“Em todos os casos julgados (dessas ações propostas), as sentenças foram improcedentes”, conta o coordenador do Procon, lembrando que pessoas humildes estão sendo iludidas com a falsa promessa de êxito. Ele faz ainda um apelo para que os aposentados e pensionistas não entrem nessas associações.

Fonte: Marciano Menezes/Hoje em Dia - 10/7/16

A AEA aguarda para os próximos dias, o pronunciamento da justiça, provavelmente designando uma audiência para tentativa de conciliação com a Cemig, na ação movida contra as alterações do Seguro de Vida. No processo, que tramita na 6ª Vara da Fazenda desde o mês de março deste ano, a Associação requer que a Cemig seja condenada a endossar a apólice junto à seguradora contratada por ela, para que todas coberturas e cláusulas passem a vigorar exatamente com os mesmos valores e condições então existentes antes dessa renovação, em janeiro deste ano.


“Após a AEA ter impugnado todas as preliminares levantadas pela Cemig, e também entrado no mérito e rebatido as alegações e argumentos da defesa dela, o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública abriu prazo de 10 dias para que as partes especificassem as provas que pretendem produzir”, informa Enderson Couto, advogado que representa a Associação.


A AEA, atendendo a intimação do juiz, informou que entende ser desnecessária a produção de mais provas. Há documentos suficientes nos autos até para o julgamento antecipado do mérito. Contudo, a Cemig requereu a produção de algumas provas que ele aponta não fazer muito sentido.

“Acredito ser pouco provável que as provas requeridas pela Cemig sejam deferidas. Testemunhas?  Perícia? Depoimento pessoal? Isso não faz o menor sentido e ela terá de explicar e justificar o que pretende demonstrar com tais provas. Da mesma forma, a argumentação dela no sentido de que é a Justiça do Trabalho a competente para julgar a questão do nosso seguro, também não deve prosperar. É simples: os aposentados não mantêm mais qualquer relação de trabalho com a Cemig”, explica o advogado. 


DEMORA
Como no processo são três “Cemigs”, o advogado das partes se deu por intimado em apenas uma das intimações e manifestou pelas três rés. Assim, as outras duas intimações ficaram em aberto até que fosse decorrido o prazo pela Secretaria do Juízo. Esse trâmite fez com que o processo ficasse parado por um longo tempo, pois não haveria como ser remetido ao juiz tomar qualquer atitude com prazo aberto para umas das partes e sem decorrer todo o prazo. 

“Agora, finalmente decorrido o prazo, o processo eletrônico já está direcionado para o juiz. Entretanto, no mês de julho, apesar de os prazos fluírem normalmente, por conta das férias de muitos servidores do judiciário, a tramitação dos processos é sempre um pouco mais demorada”, diz Enderson Couto. 

A AEA realiza no próximo dia 8 (sexta-feira), mais uma edição do Programa ComPartilha, Grupo de Apoio aos Pacientes com Câncer e seus Familiares. Os encontros ocorrem na segunda sexta-feira de cada mês, às 15h30, na Sede da AEA em Belo Horizonte (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro).

O objetivo é proporcionar a reintegração social, aumentando a capacidade do individuo se relacionar com outras pessoas e lidar melhor com o tratamento oncológico.

O trabalho é conduzido pela psicóloga Neyse Drummond, mas conta com a participação de outros profissionais de saúde. Como parte do processo de reabilitação, o psicólogo foca na adaptação do paciente, dos familiares e/ou cuidadores ao adoecer, de modo que não haja comprometimento psicossocial.

Uma das formas de beneficiar a qualidade de vida destas pessoas acometidas ou envolvidas com a doença é o trabalho com grupos que partilham alguns dos mesmos objetivos específicos (dores e alegrias) para complementar o atendimento individual.

Mais informações pelo telefone (31) 3224 8323, falar com Neyse Drummond.

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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