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Jornada da Saúde da AEA

A AEA realizará nos dias 10 e 11 de agosto a Jornada da Saúde, na Sede da Associação (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro-BH). Durante os dois dias, serão debatidos temas relevantes de prevenção e promoção à saúde, com profissionais especializados.

Na quarta-feira, a partir das 14h, haverá a palestra “Quais os Benefícios do Cantar? – Cuidados com a Voz”. O tema será tratado por Lucas de Oliveira, professor de música e regente do Coral AEA, e Adriano Neves, fonoaudiólogo especialista em Audiologia e Voz.

Às 15h30, Maria Aparecida Lara, especialista em Nutrição, Estética e Cosmetologia, vai falar sobre “Cuidados Básicos com a Pele com Foco em Proteção Solar”.

Na quinta-feira, às 14h, será realizado o DRP Itinerante, quando João Isidro Vinhal, Diretor de Relações com os Participantes da Cemig Saúde, vai abordar o Prosaúde Integrado Cemig (PSI), para esclarecer temas e dúvidas dos beneficiários.

Você é nosso convidado especial. Participe. Mais informações pelo (31) 3224 8323.

Caso as mudanças nas regras da aposentadoria sejam aprovadas pelo Congresso Nacional, alguns trabalhadores terão que trabalhar até 10 anos a mais. É o caso do fotógrafo Beto Ganem, 44, que contribui para a Previdência desde os 20 anos e poderia se aposentar daqui a 11, com 55 anos de idade e 35 de contribuição. Se a idade mínima de 65 anos proposta pelo governo interino de Michel Temer for aprovada, porém, Ganem terá que trabalhar, e contribuir, por mais dez anos para se aposentar. “Um absurdo. Inclusive acho que o tempo já é longo demais. Políticos aposentam num piscar de olhos e têm aposentadorias altíssimas. Eles deveriam é diminuir o tempo (de contribuição) para a aposentadoria”, diz.

Segundo a proposta do governo, uma regra de transição seria adotada e esse tempo seria menor para trabalhadores e servidores públicos que tenham pelo menos 50 anos no momento da aprovação da reforma previdenciária. “Sou contrário a qualquer mudança na Previdência que afete o trabalhador. Mas, caso ocorram mudanças, é menos pior que quem esteja mais perto da aposentadoria seja menos prejudicado”, opina o advogado e professor da PUC-PR, Tarso Cabral Violin. Na proposta que está sendo estudada pelo governo de Temer, uma regra de transição faria com que o trabalhador com 50 anos ou mais trabalhasse 40% ou 50% do tempo necessário para cumprir a nova regra. Um homem de 52 anos, que já contribuiu 30, por exemplo, se aposentaria daqui a cinco anos, aos 57, de acordo com as regras atuais. Caso a regra de transição aprovada seja de 50%, ele trabalharia mais quatro anos e se aposentaria com 61 anos.

 

aposentar

 

TRANSPARÊNCIA

Para o especialista em direito previdenciário, Antônio Flávio Oliveira, as regras de transição são necessárias e dependem de uma negociação entre o governo e a população. “O governo vai tentar negociar essas novas regras com a população. Se a proposta for muito agressiva, pode gerar impopularidade e greves. Por isso que a gente ouve falar da reforma há muito tempo, mas nenhum governo conseguiu fazer”, opina.

“O governo, porém, deveria fazer esse debate com mais transparência. Os argumentos de que existe um rombo enorme são falaciosos. A Previdência não tem apenas as contribuições dos trabalhadores como fonte, existem tributos que são constitucionalmente destinados para a Previdência. O problema maior é de má gestão pública”, critica.

Para o especialista, porém, uma reforma precisa ser feita e deve envolver os servidores públicos realmente. “As regras de aposentadoria de alguns servidores são muito permissivas e benevolentes realmente. Sou servidor e acredito que serei de uma geração que fará esse sacrifício necessário de aceitar a mudança das regras, desde que seja feito com transparência”, afirma. O também advogado Osmar Souza acredita que a atual regra de tempo mínimo de contribuição também deve ser mudada. “Hoje, quem chega aos 65 anos pode aposentar contribuindo só 15 anos, é muito pouco, aí que está o rombo”, avalia.

FONTE: Jornal O Tempo/Ludmila Pizarro

A AEA promoverá no próximo dia 3 de agosto (quarta-feira) encontro para debater as eventuais mudanças na Previdência Pública, bem como falar sobre a tramitação do Projeto de Lei Complementar 268/2016, que prevê alterações significativas na gestão dos fundos de pensão privado, como é o caso da Forluz.

O Conselheiro Fiscal da AEA, Misael de Jesus dos Santos Sá, vai conduzir o evento “Conversando com Misael - Previdência Pública e Fundos de Pensão – PLP 268/16”, a partir das 14h, na Sede da Associação (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar). Os interessados em participar devem confirmar presença pelo telefone (31) 3224 8323.

Recentemente, ele se tornou membro do Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão (Anapar), pela Regional MG/ES. A entidade lidera um movimento com dezenas de outras instituições, contrárias à aprovação do PLP 268, da forma como foi redigido originalmente.

“No último dia 21 de junho, participei de um evento, onde foi discutida a possível reforma da Previdência e também o PLP 268, com seus reflexos de um modo geral e, em especial, aos associados da AEA, que são participantes ativos e assistidos da nossa Forluz”, ressalta Misael.

Devido à relevância do assunto, o conselheiro destaca que a participação de todos será essencial. “Os dois temas são extremamente relevantes para a vida de aposentados e pensionistas. Por isso, contamos com a participação dos nossos associados, para que possamos trocar ideias”, convoca.

Levantamentos realizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovam: a população brasileira está envelhecendo cada vez mais rápido e vivendo cada dia mais. Em 1955, a expectativa de vida era de 52,9 anos. Mudanças nas condições de saneamento e saúde do País Transformaram este cenário e, em 2015, a expectativa de vida saltou para 75,4 anos.

A tendência é que, em 2050, praticamente metade da população esteja acima dos 50 anos com uma expectativa de viver além dos 80 anos. “A longevidade é um processo antigo e contínuo”, avalia Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, que é liderado pela Mongeral Aegon Seguros e Previdência, seguradora com mais de 180 anos de experiência no mercado brasileiro.

Oficializado no dia 12 de abril de 2016, o instituto surge com a proposta de despertar o debate sobre a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade. “A sociedade estava escalada para morrer com 60 anos até bem pouco tempo e, hoje, isso mudou para até 90 anos. Existe o impacto econômico, ou seja, como esta pessoa vai ser sustentada por cerca de 30 anos fora do mercado?

Mas tem também o grande impacto social: se ela se aposenta aos 60, como fará para ficar 30 anos sem trabalhar? Isso é insuportável. As preocupações do instituto são estudar e oferecer ideias e sugestões para amenizar estas consequências”, explica Molina.

Trabalho = qualidade de vida

Com o apoio dos professores da USP (Universidade de São Paulo), Hélio Zylberstajn e Nelson Mannrich, foi redigido o projeto de Lei que cria o Reta (Regime Especial de Trabalho do Aposentado). O documento prevê relações trabalhistas mais flexíveis e incentivos para empresas que contratarem profissionais acima dos 60 anos.

“A jornada de trabalho seria de cinco horas, com um compromisso menor. O Reta não produz vínculo empregatício, ou seja, reduz o custo da empregabilidade do ponto de vista da empresa. Por outro lado, não será permitido contratar mais de 5% da equipe por meio do Reta”.

O presidente do instituto lembra ainda que é fundamental investir na requalificação do profissional. Por isso, o órgão criou a plataforma Movimento Real/Idade. Além de estudos e reportagens sobre a questão da longevidade, o site contará com ferramentas úteis, como cursos, auxílio tecnológico, orientações financeiras, entre outras dicas para reinserção no mercado.

Para Molina, ações como estas devem influenciar na forma como as empresas encaram a longevidade: “Precisamos criar formas de fazer com que as próprias organizações olhem para os seus recursos humanos mais velhos. Pouquíssimas empresas no Brasil têm este pensamento atualmente”.

De olho no futuro

A questão da longevidade influencia diretamente as EFPC ́s (Entidades Fechadas de Previdência Complementar), como a Forluz. Para Molina, é fundamental que os fundos de pensão tenham a consciência de que vão lidar com seus assistidos por um tempo mais prolongado e, por isso, precisam prezar pelo planejamento.

Atenta a este cenário, a Forluz busca inovar na oferta de seus produtos e serviços, com o intuito de atender às expectativas dos diferentes perfis de participantes.

Através de uma equipe capacitada e criteriosa, a Fundação se preocupa com a gestão de recursos a longo prazo, por meio de investimentos previamente calculados e constantemente monitorados.

Para Molina, este pensamento moderno adotado pela Entidade é a chave para uma gestão segura. “A empresa tem que entender como vai trabalhar com recursos mais longevos, existe uma série de saídas para isso, mas a porta de entrada, certamente, é admitir que a longevidade veio para ficar”, ressalta.

Por outro lado, ele alerta para a consciência individual com relação ao próprio futuro que os trabalhadores precisam adquirir. “O que fica nesta missão toda é que a longevidade é um problema individual. As pessoas terão que entender que precisam sustentar sua própria velhice. Ou seja, é uma questão de trocar consumo por poupança”.

Protagonismo

A diretora de promoção da AEA (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas de Minas Gerais), Vilma da Conceição Dário, afirma que a instituição tem um pensamento alinhado à questão da longevidade e qualidade de vida do aposentado. Para Vilma, o retorno ao trabalho representa, muitas vezes, o resgate da autoestima da pessoa. “O que se busca é o empoderamento e protagonismo, a superação dos obstáculos como insegurança, sentimentos de inferioridade e o achar que não são capazes”, avalia.

Ela explica que a associação busca estimular o trabalho, especialmente o voluntariado, com o intuito de manter as pessoas ativas e, desta forma, combater o conceito de que o aposentado deve ‘voltar aos seus aposentos’. “Queremos tirá-los da acomodação, de ficar em casa no esquema acorda-come-vê TV-dorme. Não, não pode ser assim”.

Segundo Vilma, em Belo Horizonte, algumas empresas já desenvolvem iniciativas neste sentido, como é o caso do programa “Rede Sênior Cidadã”. As vagas de trabalho são divulgadas nos fóruns das nove regionais do município e no Centro de Referência da Pessoa Idosa.

A AEA possui três eixos de atuação nas esferas municipal, estadual e federal, que são: cuidado e proteção ao idoso frágil, enfrentamento à violência e promoção do envelhecimento ativo e saudável. Com relação a este último tópico, a Associação desenvolve uma série de eventos e atividades que agem como mecanismos de qualidade de vida do aposentado.

São aulas de canto, ginástica, espanhol, inglês, artesanato, yoga, teatro, violão, inclusão digital e dança, além de espaço aberto para contato com psicóloga, encontros e viagens realizados durante o ano. “Todas as atividades do Programa Viva a Vida têm como objetivo maior a melhoria da qualidade de vida dos associados, sempre buscando a alegria de viver através de sua interação com os amigos e professores”.

longevidadeinternaDiariamente, a AEA promove inúmeras atividades para manter a vida dos associados ativa em todos os aspectos, como as aulas e apresentaçãoes de dança e ginástica

 

Índice Real/Idade de Longevidade

Outra frente de trabalho que já está sendo desenvolvida em parceria com o Instituto de Finanças da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas) é a criação do índice e prêmio Real.Idade de Longevidade, que reconhecerá municípios estruturados para atender à população idosa.

A cidade será avaliada por meio de diversos indicadores, que passam por saúde, segurança e locomoção. “É como um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da longevidade. Pretendemos classificar as cidades que estão preparadas para receber seus moradores cada vez mais longevos”.

Viver mais para viver melhor

O geriatra Marcos Cabrera propõe o questionamento: estamos vivendo cada vez mais, mas será que estamos vivendo com qualidade? Ele ressalta que prolongar os anos não pode significar conviver por mais tempo com problemas de saúde físicos e emocionais. A boa notícia é que construir uma terceira idade saudável e mais feliz só depende de nós e da forma como lidamos com diversos aspectos do cotidiano. “O que comemos, o que praticamos de atividade

física, como dormimos, como tratamos as nossas doenças crônicas e se utilizamos os medicamentos da maneira correta, tudo isto interfere na forma como viveremos a maturidade”.

Cabrera lembra ainda que uma vida longa e melhor não se resume às questões biológicas. Antes de mais nada, é fundamental construir laços afetivos duradouros e manter-se ativo mesmo após a aposentadoria. “O cérebro é igual aos músculos e deve ser mantido ativo para estar pronto para funcionar. Além de todos estes pontos fundamentais para se ter uma longevidade feliz, é preciso procurar manter os relacionamentos afetivos vivos. O ser humano conseguirá estar melhor se conseguir manter ligações afetivas bem estruturadas”

Fonte: Revista Lume (julho/2016)

Como já se tornou rotina nos últimos anos, a AEA participa mais uma vez do Dia do Voluntariado, que neste ano vai ajudar a Associação Obras Pavonianas de Assistência, em Belo Horizonte. A AEA faz parte da liga de super-heróis formada pelo grupo Cemig (Cemig Saúde, Gasmig, Cemig Telecom, Indi, Axxion e Forluz), Gremig, AIC e CeMais.

O primeiro objetivo da ação é arrecadar materiais como roupas, agasalhos, sapatos, leite e biscoitos, que devem ser entregues até o dia 19 de agosto nos postos de coleta designados pela organização. O da AEA fica na Sede em Belo Horizonte (Av. Afonso Pena, 867, 17º andar).

Além de fazer doações, os voluntários podem participar da triagem do que for arrecadado e da entrega dos donativos, que será realizada no dia 28 de agosto. A associação que será beneficiada neste ano atende mais de 500 crianças de 4 a 14 anos, 45 idosas e mais 200 alunos do grupo de Educação de Jovens e Adultos (EJA), moradores de algumas comunidades com Morro do Papagaio, Vila Santa Rita de Cássia, Vila Morro São José e Barragem Santa Lúcia.

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Conversando com a Doutora

A AEA realiza na próxima sexta-feira (22/7) mais uma edição do projeto Conversando com a Doutora. O encontro será às 15h30, quando a médica Simone Lima vai tratar do tema “Cuidados Pessoais”. O evento será na Sede da Associação (avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro-BH).

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A Procuradoria da Fazenda solicitou que sejam encaminhadas informações sobre a data de início e valor do benefício dos 1.174 associados que movem ação contra a União, referente ao processo de bitributação. Os dados serão comparados aos já apresentados pela perícia contratada pela AEA. A expectativa é a de que, após essa fase, seja apresentada uma proposta de acordo. Se ocorrer isso, e for aceita, o processo se encaminhará para um desfecho, depois de quase 16 anos de demanda judicial.

No último dia 10 de junho, a diretoria da AEA se reuniu com representantes da Forluz, responsável por enviar as informações à União, para tratar do assunto. “Viemos a BH para tentar ‘encurtar prazos’, porque temos a informação de que a justiça vai solicitar esses dados. Em vez de esperar a intimação judicial, já encaminhamos o pedido à Forluz para tentar adiantar o processo”, explica Alberto Maimoni, advogado que representa a AEA na ação.

Maimoni explica que o processo se encontra em fase de verificação dos cálculos, e a perícia já havia levantado quais valores seriam devidos a cada integrante da ação. Contudo, o desmembramento da ação principal, que resultou em 57 execuções, fez com que a União solicitasse as fichas financeiras de todas as pessoas que constam no processo.

“Conversamos com o juiz que está cuidando desse processo, ano passado, e ele acenou com a possibilidade de entrar em contato com a União, antes de iniciar propriamente dita a execução (citação para pagamento). O objetivo era que a União avaliasse os cálculos para uma eventual proposta de acordo. Nossos cálculos já estão lá, mas eles querem a informação da Forluz, para a conferência”, esclarece o advogado.

DEMORA

A batalha judicial se arrasta desde 2000, o que gera muito expectativa e ansiedade aos envolvidos, sobretudo, por se tratar de um público idoso. Por isso, o fator tempo passa a ser mais um motivo de desgaste.

“O que tenho dito para quem me liga é: se a União reavaliar os cálculos e oferecer um acordo, para cada um colocar na balança se aceita ou não o acordo, pode ser mais vantajoso do que seguir o trâmite normal do processo. Porque, segundo o juiz, a União procedeu assim em casos similares e fez acordo com as partes”, argumenta o representante da AEA na ação.

 

Clique aqui e acompanhe a movimentação do processo na Justiça Federal

Sustentabilidade da Cemig Saúde

A AEA promoveu na tarde desta quinta-feira (14) a palestra “Sustentabilidade da Cemig Saúde”. Com a participação de Gilberto Lacerda, presidente da Cemig Saúde, e João Isidro Vinhal, Diretor de Relações com os Participantes (DRP), o evento tratou das ações desenvolvidas e dos desafios que têm sido enfrentados para manter a boa gestão do plano de saúde.

Realizado na Sede da Associação em Belo Horizonte, o encontro foi direcionado a aposentados, pensionistas e demais beneficiários do plano de saúde. Na abertura, o presidente da AEA, João Victor Marçal, ressaltou que ações como essa são fundamentais para que todos os usuários tenham ciência de como está a situação do plano.

INFORMAÇÕES

O DRP João Isidro Vinhal, ex-presidente da AEA, falou sobre suas ações à frente da diretoria, como o DRP Itinerante, programa que tem como objetivo levar aos beneficiários das várias regiões do Estado, informações não somente sobre saúde, como dados que vão contribuir para a excelência do plano.

“Sempre ressalto que a sustentabilidade da Cemig Saúde começa com a prevenção. Para termos um bom plano, devemos pensar em prevenção e promoção à saúde”, diz.

Gilberto Lacerda destacou a importância do encontro, por ser oportunidade única para compartilhar os grandes desafios da Cemig Saúde no presente e no futuro. "Nós temos o mesmo objetivo, estamos do mesmo lado que é o da sustentabilidade e da perenidade da Cemig Saúde", enfatizou.

Clique aqui e veja fotos do encontro

Postado às 16h09

Atualizado às 17h

 

 

 

 

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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