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Os dependentes especiais do plano da Cemig Saúde que têm consultas, cirurgias, exames e demais procedimentos agendados não devem se preocupar porque não houve qualquer interrupção no atendimento à categoria. A dúvida surgiu devido a uma liminar que suspendia a nova tabela de mensalidades. Na última terça-feira (27), a 11ª Câmara Cível de Belo Horizonte, por intermédio do desembargador Marcio Lincoln, acatou o pedido de reconsideração da Cemig Saúde, tornando sem efeito a decisão que deferiu a tutela antecipada. (CLIQUE AQUI E CONFIRA A ÍNTEGRA DO DESPACHO).

“Antes mesmo de a liminar ser cassada, recebemos um grande número de consultas e questionamentos na Associação, envolvendo procedimentos relativos aos dependentes especiais do Cemig Saúde. Por isso, estamos fazendo esse esclarecimento aos nossos associados já que representamos, isoladamente, 70% dos beneficiários do plano e 78% dos dependentes especiais”, justifica Edi Ângelo, Diretor Administrativo da AEA.

A nova tabela de mensalidades dos dependentes especiais foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da Cemig Saúde, em agosto do ano passado, e entrou vigor no último janeiro. Neste mês de março, o reajuste foi suspenso por meio de liminar, gerando dúvida nos beneficiários da categoria quanto ao atendimento do plano de saúde.

No entendimento da AEA, os dependentes especiais inscritos no plano contam com condições bem mais vantajosas do que as aplicadas no mercado. “Tanto a cobertura quanto o custo são melhores do que os demais planos que temos em outras operadoras. Quem está no plano é porque entende ser a melhor opção”, aponta Edi Ângelo.

Devido a problemas na geração de dados, ocorreu um erro nos comprovantes para declaração de imposto de renda dos beneficiários ativos e assistidos. Em função disso, os documentos referentes ao Plano Odontológico (POD), emitidos por meio deste portal até o dia 9 de março, devem ser desconsiderados e substituídos, sob risco gerar inconsistências nas declarações do IRPF 2017.  

Os novos comprovantes já estão disponíveis. Para acessar, clique em Área do Beneficiário >> Consultas gerais e comprovantes. 

Importante: em função da mudança de sistema realizada em 2017, este ano foi necessário dividir os comprovantes por dois períodos: até Jan.2017 e a partir de Fev.2017. Por isso, fique atento e lembre-se que é necessário clicar nos dois períodos para fazer a consulta completa

Para mais informações entre em contato conosco pelo Fale Conosco disponível em nosso portal ou pelos telefones 0800 0309009 e (31) 3429-5200 – para ligações originadas de celular.

Fonte: Cemig Saúde

A AEA informa que a documentação referente à prestação de contas do exercício 2017 encontra-se à disposição para eventuais verificações dos associados, no Departamento Financeiro da AEA, conforme disposto na legislação.

Quem tiver interesse em conferir toda a documentação deve comparecer à Sede BH (Avenida Afonso Pena, 867, 17º andar, Centro), de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30.

ASSEMBLEIA

A Assembleia Geral Ordinária para prestação de contas está marcada para o próximo dia 16 de abril, a partir da 13h, na Sede da AEA em Belo Horizonte (confira Edital de Convocação abaixo). Na ocasião, serão analisados e votados os Demonstrativos Financeiros (exercício 2017), o Relatório Anual 2017 e o Orçamento para 2018, da Diretoria Executiva.

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Apesar das diversas tentativas de estabelecer um diálogo, para adiamento da apreciação e deliberação das mudanças no Plano B, o Conselho Deliberativo da Forluz aprovou, nessa quarta-feira (7), a alteração no Regulamento.

Nos últimos 30 dias nos reunimos com a Diretoria da Fundação em duas oportunidades, com o presidente do Conselho Deliberativo, promovemos amplo debate com os principais envolvidos em nosso auditório, além das notas disponibilizadas e divulgadas em nossos meios de comunicação e das correspondências e e-mails enviados com esse objetivo.

Na deliberação específica de mudança no Plano B, apenas um conselheiro eleito pelos participantes (Guilherme de Andrade Ferreira), votou contra a medida. Os demais, mesmo eleitos pelos participantes, avalizaram a decisão da Fundação. Com isso, mais uma vez, uma decisão foi tomada sem uma discussão mais ampla sobre o tema, especial e particularmente às eventuais repercussões nos benefícios dos participantes dos demais Planos da Fundação (A e B), particularmente aqueles vinculados aos benefícios vitalícios.

Em momento algum, a AEA se colocou contrária à votação das eventuais alterações propostas. Nosso objetivo sempre foi e será o de abertura para negociação. Para isso, necessitávamos de tempo e sensibilidade para avaliar os possíveis impactos de uma mudança tão importante na vida dos participantes e de seus familiares.

Diante de assunto de tamanha relevância, que envolve milhares de vidas humanas, seria fundamental que a Forluz e a Cemig abrissem uma ampla negociação sobre o tema com todas as entidades representativas (sindicatos e federação), AEA, ABCF, e Grupo de Estudos, diferentemente da forma urgente com a qual sacramentaram a mudança no Plano B, que se encontra plenamente saudável, segundo a própria Forluz.

Por isso a nossa insistência em construir, coletivamente, um entendimento antes que a decisão fosse sacramentada. E, agora, com o martelo batido, reiteramos nossa insatisfação com tal postura.

Neste momento, a AEA acredita que não é hora de serem aclamados vencedores nem derrotados. Acredita, também, na importância fundamental de realização de amplos debates sobre a matéria com os espíritos totalmente desarmados e voltados, unicamente, para um único objetivo: os participantes.

Finalmente, entendemos que sem a participação de todos os envolvidos no processo (ativos, assistidos, patrocinadora, Forluz e entidades) não conseguiremos solucionar os impasses que já existem e aqueles que surgirão em nossas relações.

Aos nossos associados em particular e a todos os assistidos, comunicamos que estaremos atentos a todos os desdobramentos futuros da questão de forma ampla. Conclamamos a mais ampla atenção de todos às nossas informações e divulgações feitas pelos nossos meios oficiais de comunicação.

João Isidro Vinhal

Diretor Presidente da Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig

CARTA ABERTA AOS CONSELHEIROS DA FORLUZ

O presidente da Forluz, José Ribeiro Pena Neto, divulgou vídeo no site da Fundação, dizendo que recebeu pedido da patrocinadora para oferecer alternativa para reduzir os riscos atuariais dos planos A e B.

Além disso, afirmou que, ainda em 2018, a Forluz chamará os participantes para propor modificações no plano A, assunto que, inclusive, já está em negociação com a patrocinadora.

Considerando a importância dessas questões, o Sindieletro, AEA, ABCF, o Sintec, o Sindicato dos Economistas e o Grupo de Estudos reivindicam que a proposta de alteração do Plano B Vitalício seja retirado da pauta de votação, prevista para a reunião de 7 de março.

Como no Plano B não existe o “Voto de Qualidade”, está nas mãos dos conselheiros eleitos atenderem esta importante reivindicação de cancelar a votação e apoiar o pedido já feito por essas entidades de abertura imediata das negociações entre participantes e patrocinadora.

Compreendemos que o momento é grave e que o diálogo e a transparência são o melhor caminho para defender o maior patrimônio dos participantes que é a Forluz.

 

Belo Horizonte, 6 de março de 2018

 

Atenciosamente,

 

Jefferson Leandro Teixeira da Silva – coordenador geral do Sindieletro

João Isidro Vinhal – Presidente da AEA (Associação dos Eletricitários Aposentados)

ABCF – Associação dos Beneficiários da Cemig Saúde e Forluz

Sindicato dos Economistas MG

Sintec MG – Sindicato dos Técnicos Industriais de Minas Gerais

O projeto Conversando com a Doutora está de volta e o primeiro encontro de 2018 ocorrerá na próxima quarta-feira (7), às 15h, com o tema: “Como meu corpo envelhece”. Durante o bate-papo no Auditório da AEA (avenida Afonso Pena, 867, 16º andar), com a geriatra e gerontóloga Simone Lima (foto), os associados poderão tirar duvidas e ter acesso a informações úteis à promoção e manutenção da saúde.

O projeto foi lançado em 2015 com o intuito de melhorar a qualidade de vida por meio da informação e de novos hábitos. Desde então, foram abordados diversos temas como saúde, adoecimentos, prevenção e tratamentos.

Em relação à mensagem enviada pela Forluz, sobre o posicionamento da AEA referente às alterações no Plano B, a Associação esclarece que:

 

1 - Não recebeu, até o momento, nenhum documento, planilha, parecer ou demais análises que embasem eventual alteração no Regulamento do Plano B da Forluz;

2 - Conforme entendimento em reunião realizada no dia 20/2/2018, na Sede da AEA, seria solicitado pelos conselheiros deliberativos da Forluz, Guilherme Andrade Ferreira e João Wayne Oliveira Abreu, encontro com o presidente do Conselho Deliberativo, Leonardo George Magalhães, visando a prorrogação da análise e votação da matéria, que está programada para 7 de março de 2018. Participaram da mencionada reunião a Diretoria da Forluz, Diretoria e Conselhos da Associação, entidades representativas (sindicatos, federação e ABCF) e integrantes do Grupo de Estudos Cemig Saúde e Forluz

3 - Dentre os vários questionamentos que temos recebido, especialmente de nossos associados, estão os possíveis impactos que a alteração, caso aprovada, poderá acarretar não só ao futuro da Forluz quanto, particular e especialmente, a todos os participantes dos Planos Previdenciários da Fundação.

Desta forma, a AEA não tem condições de emitir posicionamento definitivo sobre a eventual alteração do Plano B, sem haver pleno conhecimento por parte de nossos associados e de todos os participantes de forma ampla.

Finalizando, a AEA entende que é fundamental o adiamento da data já agendada para possibilitar o aprofundamento da questão e, até mesmo, a apresentação de sugestões/alternativas para tema tão controverso, além de permitir a elaboração de estudos técnicos e pareceres tudo de acordo com o Estatuto e os Regulamentos da Fundação.

 

João Isidro Vinhal

Diretor Presidente da Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias-AEA-MG

Um estudo da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) aponta que as perdas salariais históricas dos aposentados e pensionistas acumularam 84,52% no período de setembro de 1994 até janeiro de 2018. Para chegar ao índice, a confederação utiliza os reajustes anuais do salário mínimo e a correção dos salários de aposentados e pensionistas que ganham acima do piso, reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Neste ano, aposentadorias e pensões acima do salário mínimo foram reajustadas em 1º de janeiro de 2018 em 2,07%, enquanto o mínimo teve aumento de 1,95%. Porém, esse comportamento não é comum. Historicamente, o salário mínimo tem reajustes anuais maiores do que aposentados e pensionistas que ganham acima do piso nacional, atualmente em R$ 954.

De acordo com o estudo da Cobap, as perdas dos aposentados foram maiores durante os mandatos do presidente Lula, com acumulado de 42,61%. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, as perdas foram menores, totalizando 26,60%. Já no governo Dilma, a diferença entre os reajustes foi a menor já registrada. Em comparação ao mínimo, os aposentados e pensionistas perderam 15,67%.

Fonte: Extra

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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