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Os associados da AEA-MG ganharam uma opção de prestação de serviços a preços mais acessíveis. Nesta quarta-feira (24), foi assinado convênio com a Ótica Firenze, que prevê descontos de até 20% para associados e funcionários, bem como a ascendentes e descendentes de primeiro grau. Estiveram presentes Madalene Salomão Ramos, Diretora Presidente em exercício, Milton Pinto de Andrade, Diretor de Intercâmbio, e João Isidro Vinhal, Diretor Presidente licenciado.

Com duas unidades em Belo Horizonte, a ótica oferece lentes corretivas em geral, óculos solares e esportivos, acessórios, serviços de ajustes, manutenção, reparos e substituição de peças, entre outros.

Para ter acesso ao desconto, deve-se apresentar o vínculo com a AEA-MG (carteirinha de sócio e identidade), No caso de cônjuges e dependentes, comprovar, também, o vínculo familiar.

TABELA DE DESCONTOS

- À vista com cheque ou dinheiro – 20%

- Cartão de débito ou crédito (à vista) – 20%

- Cheque pré-datado (30 dias) – 10%

- Parcelado em 5 vezes (cartão de crédito ou cheque) – sem desconto

 

ÓTICA FIRENZE

Unidade 1

Rua Domingos Vieira, nº 275, Santa Efigênia – Belo Horizonte (31) 3241 1183

Unidade 2

Avenida Brasil, nº 1.326, Funcionários – Belo Horizonte (31) 3261 2034

A Forluz está realizando uma pesquisa de satisfação com os participantes. Por isso, caso você receba uma ligação da empresa Gestner Gestão e Consultoria, fique à vontade para responder.

O trabalho começou nesta segunda-feira (15) e tem como objetivo ouvir os participantes para conhecer os pontos positivos e negativos da Fundação e, a partir desses dados, desenvolver melhorias e ajustes.

Prezados (as) aposentados (as) e pensionistas da AEA,

 

 

Informo a todos que vou me afastar das minhas atribuições como Diretor Presidente da AEA, por um período de 180 dias, a partir deste mês de outubro. A decisão foi tomada por questões de saúde, pois, como paciente acometido de diabetes e hipertensão arterial, será necessário dispensar mais cuidado e tempo ao tratamento.

Neste período de ausência, a Associação será comandada pela Vice-Presidente, Madalene Salomão, e pelos demais Diretores, nas suas respectivas funções e atividades.

Deixo registrado aqui meu apreço a todos aposentados, pensionistas, diretores, membros dos conselhos deliberativo e fiscal, empregados, da capital e do interior, pelo carinho e respeito que sempre recebi no período à frente da AEA.

Espero contar com a compreensão de todos e registro aqui a minha confiança e certeza da continuidade e manutenção da qualidade dos serviços prestados pela Associação, em todas as áreas.

Espero poder retornar às minhas atividades ainda com mais energia, para dar continuidade à Gestão 2018/2020 juntamente com a competente equipe de diretores, conselheiros e empregados.

Muito obrigado e até breve!

 

João Isidro Vinhal

Belo Horizonte, 11 de outubro de 2018

O Instituto Mário Penna, em Belo Horizonte, vai realizar 1.500 exames de mamografias, sem a necessidade de ser avaliada pelo centro de saúde. A iniciativa faz parte do Outubro Rosa, campanha de prevenção ao câncer de mama. Além disso, durante todo o mês, o órgão promoverá outras ações que alertam para a importância e necessidade de se prevenir a doença.

Para realizar o exame, a mulher deve ter entre 50 e 69 anos e não ter feito mamografia nos últimos 24 meses, requisitos exigidos pelo Ministério de Saúde. As interessadas devem agendar o procedimento na central de marcação, pelo telefone (31) 3349 1212.

“O controle anual com mastologista e o autoexame mensal são as formas mais eficientes de se fazer um diagnóstico. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), se a mulher tem diagnosticado um câncer de mama em estágio precoce, a chance de cura é acima de 90%”, ressalta, Kerstin Kapp Rangel, mastologista do Mário Penna.

Ver uma pessoa com mais de 60 anos ter prioridade na fila do supermercado, de bancos, no ônibus ou em outros locais se tornou mais comum no país. Por vezes ainda desrespeitado, o direito dos idosos de ter prioridade em diferentes serviços, e outras garantias, ficou amplamente conhecido depois do Estatuto do Idoso, que completa 15 anos de vigência nessa segunda-feira (1º).

Criado pela Lei 10.741, em 1º de outubro de 2003, quando o Brasil tinha 15 milhões de idosos, o estatuto trouxe, de forma inédita, princípios da proteção integral e da prioridade absoluta às pessoas com mais de 60 anos e regulou direitos específicos para essa população.

“Foi a primeira legislação que de fato passa a regular os direitos humanos das pessoas idosas. Eu trabalho na área de envelhecimento há quase 40 anos e, na época, nós éramos um dos países que não tínhamos uma legislação que permitisse penas e sanções administrativas para aqueles que praticassem maus-tratos e violência”, relata Laura Machado, representante da Associação Internacional de Gerontologia e Geriatria na ONU e membro do conselho do HelpAge Internacional.

A partir do estatuto, pela primeira vez, negligência, discriminação, violência de diferença tipos, inclusive a financeira, e atos de crueldade e opressão contra o idoso foram criminalizados e hoje são passíveis de punição. O estatuto também aumentou o conhecimento e a percepção dos idosos sobre seus direitos.

“O idoso hoje sabe que não pode ser uma voz passiva, que tem direitos assegurados, isso está muito mais disseminado pela população como um todo. E não é só em relação a ter preferência na fila ou ter uma vaga para encostar o carro. Isso melhorou, mas acho que as pessoas se sentem mais empoderadas e cientes dos seus direitos”, diz Alexandre Kalache, epidemiologista especializado em envelhecimento.

Kalache, que também é presidente do Centro Internacional de Longevidade, acrescenta que, apesar de não estar totalmente implementado, o estatuto impede o retrocesso de direitos já garantidos pela Constituição ou outras políticas transversais de proteção aos idosos.

“Por termos um estatuto do idoso, nós tivemos recentemente a reversão da decisão da Agência [Nacional] de Saúde Suplementar, que voltou atrás daqueles 40% de coparticipação nos planos de saúde, porque houve muitas críticas da sociedade civil, conselhos e outras entidades que disseram isso não pode ser feito sem uma escuta, um diálogo”, comenta Kalache.

Para a Pastoral da Pessoa Idosa, que desde a década de 90 atende idosos em condições de vulnerabilidade, o estatuto qualificou a assistência social e mudou a percepção de outras gerações sobre o idoso. “O fato de ter uma legislação que assegura direitos dá maior credibilidade, visibilidade e segurança a todo um trabalho, seja da pastoral, seja de outras instituições que se dedicam à causa”, afirmou Irmã Terezinha Tortelli, coordenadora da pastoral.

O secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Rogério Ulson, lembra que a implementação do estatuto, fruto de mobilização da sociedade, representou uma mudança de paradigma, “já que amplia o sistema protetivo desta camada da sociedade, caracterizando verdadeira ações afirmativas em prol da efetivação dos direitos da pessoa idosa”.

O secretário, no entanto, reitera que a luta envolve ajustes na política da pessoa idosa e enfrentar desafios culturais, “como de que envelheceu e acabou: você ganha um pijama, um chinelo e uma poltrona”.

Aprimoramento da legislação

Em âmbito internacional, integrantes de organizações brasileiras estão articulando junto à Organização das Nações Unidas (ONU) para a aprovação de uma Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa Idosa.

As organizações também esperam que o Congresso Nacional aprove a Convenção Interamericana dos Direitos das Pessoas Idosas, instrumento que foi aprovado por países da América Latina, em 2015, na Organização dos Estados Americanos (OEA).

A pesquisadora Laura Machado enfatiza que a ratificação da Convenção Interamericana seria um passo importante para atualizar a política de proteção dos idosos e avançar em relação às metas estabelecidas no Plano Internacional de Madri para o Envelhecimento, de 2002, do qual o Brasil é signatário.

A iniciativa de uma convenção internacional tem o apoio do governo federal. “Significa uma mudança de paradigma da perspectiva biológica e assistencial para visão social dos direitos humanos, visando eliminar todas as formas de discriminação. É reconhecer também que as pessoas, à medida que envelhecem, devem desfrutar de vida plena, com saúde, segurança, e participação ativa na vida econômica, social cultural e política de suas sociedades”, declara o secretário Ulson.

Na Câmara dos Deputados, 147 projetos de lei que mudam ou aprimoram alguns pontos do Estatuto do Idoso estão sob análise. A maioria trata de mobilidade, acesso à moradia, saúde, direitos humanos e questões relacionadas a trabalho, emprego e assistência social.

Segundo a secretaria da Subcomissão do Idoso, os projetos mais viáveis poderão compor um relatório com recomendações para apreciação dos parlamentares da próxima legislatura.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Palestra com Cecília Xavier

Palestra na AEA-MG, em 1º de outubro, com o tema longevidade e aposentadoria e, de forma teórica e prática, leva os participantes a refletirem sobre seu tempo, o que gostam de fazer e sobre bem estar.

Sobre a Cecília Xavier: Mestre em Ciências da Reabilitação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013). Realizou curso de aperfeiçoamento em Atualização Clínica em Saúde Mental na Universidade de Barcelona (2007). Especialista em Terapia Ocupacional com ênfase em saúde mental pela UFMG (2006). Graduada em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (2002). Atualmente trabalha na Fhemig Central, onde está implantando um Programa de Preparação para Aposentadoria na rede, atende em consultório particular nas áreas de Gerontologia e Saúde Mental e criou o projeto Trampolim 60+ para produzir conteúdos virtuais e ações voltados para a longevidade e para a preparação para a aposentadoria em todos os seus aspectos. (o currículo completo está aqui: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4446696Z0)

 

Clique aqui e confira o materal da palestra

A partir do próximo 1º de outubro, aposentados e pensionistas terão a possibilidade de adquirir medicamentos, de forma gratuita, na Farmácia Solidária da AEA. A ação será implementada em parceria com a Associação dos Amigos e Usuários de Medicamentos Excepcionais (Assaumex), com o objetivo de fornecer remédios aos associados de BH e dos sete Escritórios no interior.

Desde o ano passado, a Área Social da AEA estava desenvolvendo uma campanha para arrecadar medicamentos. O envolvimento das pessoas foi satisfatório, com muitos associados beneficiados. Diante da experiência positiva, surgiu a ideia de se implantar o projeto Farmácia Solidária, ampliando a assistência a aposentados e pensionistas.

“Os associados portadores de doenças crônicas utilizam boa parte do orçamento com a compra de medicamentos. Embora a Cemig Saúde tenha a opção de reembolso, muitos estouram o teto já no primeiro mês do ano. O objetivo da Farmácia Solidária é oferecer uma ajuda efetiva a esse público. Devemos ressaltar, contudo, que não somos uma farmácia 'comercial'. Nossa ação é exclusivamente filantrópica”, informa Thais Carvalho, assistente social da AEA.

A Farmácia funcionará na Sede BH, de segunda a sexta-feira, das 13h às 16h. Para receber o medicamento, o associado deverá apresentar a receita válida e documento de identidade, que serão copiados e retidos para controle.

“Teremos uma farmácia efetiva, que contará com a participação de um farmacêutico responsável técnico pelo trabalho. O funcionamento será de acordo com os medicamentos disponíveis, porque todo o estoque será abastecido por meio de doações. Por isso, é fundamental a participação das pessoas para que possamos ajudar um contingente cada vez maior”, ressalta Thaís.

DOAÇÕES

Além de fornecer, a AEA vai arrecadar medicações diversas que estejam na embalagem original e dentro do prazo de validade, mesmo em sobras de cartelas. Só não serão aceitas aquelas que precisam ser conservadas na geladeira. Mais informações, entrar em contato pelo (31) 3224 8323, pessoalmente na Sede BH (Avenida Afonso Pena, 867, 17º andar, Centro), ou em um dos Escritórios do interior.

Nesta quarta-feira (12), será dia de mais uma edição do projeto “Conversando com a Doutora”. Desta vez, o tema será uma situação aparentemente simples, que acomete milhares de pessoas no dia a dia, mas que merece toda a atenção: distúrbios gastrointestinais.

A partir das 15h, no Auditório da AEA (avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro-BH), a geriatra e gerontóloga Simone Lima (foto) vai falar sobre o problema e tirar dúvidas dos associados.

Má digestão, gastrite, úlcera, gases, prisão de ventre, refluxo, gordura no fígado e pancreatite são alguns dos distúrbios gastrointestinais. Participe e fique sabendo como os sintomas podem surgir, o diagnóstico e o tratamento para se livrar dos incômodos e manter a qualidade de vida

O PROJETO

O projeto foi lançado pela AEA em 2015 com o intuito de melhorar a qualidade de vida de aposentados e pensionistas, por meio da informação e de novos hábitos. Desde então, foram abordados diversos temas como saúde, adoecimentos, prevenção e tratamentos.

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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