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A mobilização promovida pela AEA, contra a reforma da Previdência, já chegou aos gabinetes em Brasília. Prova disso são as manifestações recebidas, depois de a Associação enviar a CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES MINEIROS. No documento encaminhado aos políticos, a Instituição expõe a insatisfação com as mudanças pretendidas pelo governo federal, e faz uma cobrança dura e direta aos deputados, senadores e lideranças do Congresso: “honre o voto que recebeu dos eleitores de nosso Estado, e cumpra seu papel parlamentar, votando contra a Reforma da Previdência, como prevê o texto apresentado pelo governo federal”, diz um trecho da carta.

O documento foi enviado aos parlamentares no último dia 15 de março e, até a manhã desta terça-feira (21), apenas dois retornaram. O deputado Jaime Martins (PSD-MG) garantiu à AEA ser contra a reforma proposta pelo presidente da República.

“Tenho posição contrária e crítica em desfavor da PEC 287/2016 e entendo que são necessárias modificações e adequações no texto proposto. Portanto, não votarei pela aprovação da Reforma nos termos em que ela está colocada”, assegura Martins.

O deputado diz reconhecer o momento adverso pelo qual passa a economia brasileira. No entanto, ressalta que não será prejudicando a população que a questão será solucionada.“Os trabalhadores assalariados que querem se aposentar não devem ser penalizados por tal situação. Precisamos estabelecer uma reforma da Previdência que traga justiça a todos os brasileiros e comece eliminando os privilégios de deputados, senadores, juízes, sobretudo a magistratura superior, para que a população sinta que a colaboração para o ajuste está sendo feita de uma forma adequada”, argumenta.

PSOL também é contrário à reforma

Além do deputado Jaime Martins, a liderança do PSOL na Câmara Federal também respondeu ao manifesto da AEA, e reafirmou que o partido é contrário à medida, definida por seus membros como um “retrocesso”.

“O PSOL atuará intensamente em todas as fases da tramitação na Câmara para tentar barrar mais esse retrocesso do governo Temer. Além de sua bancada de deputados, a militância nas ruas se juntará às organizações da classe trabalhadora para denunciar mais esse ataque aos direitos”, promete o partido, no comunicado enviado à AEA.

AEA reafirma compromisso com aposentados e pensionistas

No entendimento da AEA, as mudanças provocarão graves prejuízos para toda a população. Por isso, a Associação tornou explícito qual será seu papel, caso a reforma seja aprovada nos moldes anunciados.

"De acordo com o desdobramento dessa reforma ultrajante que pretende o governo, temos o compromisso, perante nosso grupo de aposentados e seus respectivos familiares, de denunciar e expor todo aquele deputado que for contra os interesses dos trabalhadores, principalmente os aposentados e pensionistas”, promete João Victor Marçal, presidente da AEA.

 

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A edição 116 do Jornal AEA já está disponível para os associados. Neste número, trazemos uma entrevista exclusiva com a médica geriatra, Karla Giacomin. Ela trata de um tema muito sério, que a cada dia acomete mais pessoas no mundo afora: a depressão.

De acordo com a médica, a depressão atinge cada vez mais pessoas, independentemente de sexo, raça, idade e condição socioeconômica. O problema é grave, mas nem sempre é tratado com a devida atenção que merece. Karla alerta que o transtorno não é “frescura”, mas uma doença real e que precisa ser enfrentada como tal.

Ela ressalta que a família e as pessoas mais próximas têm papel fundamental na detecção e no auxílio ao tratamento, principalmente no caso daqueles idosos que podem ter a enfermidade confundida com as mudanças naturais, provocadas pelo envelhecimento.

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A AEA enviou nesta quarta-feira (15/3), correspondência (veja ao lado) a todos os deputados federais e senadores mineiros e lideranças partidárias da Câmara dos Deputados. Na mensagem, cobramos dos parlamentares o posicionamento contrário à Reforma da Previdência que está sendo proposta pelo governo federal.

A Associação, como representante legal de aproximadamente 13 mil aposentados e pensionistas da Cemig e Subsidiárias em todo o Estado, coloca-se terminantemente contrária às mudanças na Previdência e avisa que está permanentemente vigilante e atenta em relação ao posicionamento dos políticos eleitos em Minas Gerais na tramitação dessa matéria.

 

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Unir os interessados e se fortalecer para impedir que a reforma que visa ao desmonte da Previdência Pública vá adiante. Esta é a estratégia traçada pela Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão (Anapar) para impedir que a proposta do governo saia vitoriosa e, consequentemente, acelere o esfacelamento do sistema e a demolição dos direitos sociais no Brasil. Resumidamente, a entidade quer demonstrar, como já tem sido falado Brasil afora, que o déficit apresentado e propagandeado pelo governo é uma falácia.

“Estamos criando núcleos regionais para discutir e agir coletivamente nas questões que impactam diretamente na vida dos participantes. A previdência pública e complementar está sendo desmontada e estamos cientes do tamanho da agressão que vem por aí. A única forma de se contrapor a isso é unir os interessados para proteger os nossos fundos de pensão”, avalia Cláudia Muinhos Ricaldoni, vice-presidente da Anapar.

Como parte da mobilização da Anapar, foi realizado no último dia 9 de março um debate com a presença dos palestrantes Eduardo Fagnani (professor doutor do Instituto de Economia da Unicamp) e Frederico Melo (economista do Dieese). No encontro no auditório do Crea-MG, que teve o apoio da AEA, os especialistas analisaram a proposta, mostraram como as mudanças vão afetar na vida de cada um e esclarecer as verdades e mentiras sobre o déficit.

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Cláudia destaca que, embora o tema da reforma tenha passado a fazer parte do noticiário brasileiro, há muitas informações distorcidas. Por isso, ela cobra a união de todos os setores da sociedade, incluindo aposentados e pensionistas, para frear o objetivo do governo federal.

“O aposentado não deve acreditar que essa reforma não o afeta. porque afeta direta e indiretamente. A previdência social é o maior distribuidor de renda do país. Se não há renda, não há consumo. Se não houver consumo a economia para. Se houve cada vez menos gente contribuindo, todos estão correndo risco lá na frente. Às vezes, aposentados me ligam e comentam que não serão afetados. Eles estão enganados. Essa reforma atinge toda a população. Ninguém está livre dela, porque é uma reforma democrática: ela arrebenta todo o mundo”, argumenta Cláudia.

MOBILIZAÇÃO

A diretora da Anapar ressalta a importância da mobilização de todas as categorias. “Aposentados e pensionistas devem participar de todas as manifestações de rua mesmo, contra a reforma da previdência e a retirada de direitos. Porque não é só a previdência. Depois da previdência vem direito trabalhista, vem terceirização. É um pacote de destruição do estado de bem estar social, do pouco que foi construído aqui no Brasil, um país tão desigual”, argumenta.

O Conselho Deliberativo da AEA, por meio do seu presidente Milton Pinto de Andrade, convoca todos os associados para a Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas, referente ao exercício 2016, que ocorrerá no próximo dia 11 de abril. Na oportunidade, serão analisados e votados o Balanço Patrimonial do ano passado e o Relatório Anual e de Orçamento de 2017. A reunião será na Sede BH (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro-BH), às 13h, em primeira convocação, com a metade dos associados mais um, ou às 14h, em segunda convocação, com qualquer quórum.

A partir desta sexta-feira (10), a documentação referente à prestação de contas encontra-se à disposição dos associados que queiram examiná-la, na Secretaria da AEA, em BH. O horário de funcionamento da Associação é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30.

A Diretoria Executiva ressalta que é fundamental a participação dos associados, pois este é o momento de se prestar contas sobre a gestão dos recursos financeiros que são “aplicados” na Associação, por meio do pagamento de mensalidade de aposentados e pensionistas.

 

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"Não queremos presentes, queremos os nossos direitos.” É com esse espírito que a militante Deonara de Almeida Silveira, de 51 anos, sairá às ruas hoje, ao lado de milhares de mulheres que se reunirão em ato marcado para as 15h30, na Praça da Liberdade, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Se hoje elas vivem em uma sociedade na qual têm direitos ao voto, à participação política e acesso a métodos contraceptivos é devido à contínua luta pela igualdade entre gêneros. Para manter viva essa batalha, está mercada para hoje a Greve Internacional de Mulheres, movimento também conhecido pela sigla M8, com adesões em quase 50 países. No Brasil, mais de 60 cidades participam da mobilização, que lembra o dia internacional dedicado a elas.

O protesto M8 foi concretizado após as greves realizadas por ativistas na Polônia e na Argentina, como resposta à violência social, legal, política, moral e verbal enfrentada pelas mulheres. A proposta é que elas suspendam por um dia as tarefas domésticas e as atividades remuneradas, se reúnam e debatam a desigualdade de gênero. “A indústria tentou comercializar essa data, mas o 8 de março sempre foi um dia de luta feminina. A violência contra as mulheres, principalmente as negras, cresce a cada dia. Não sabemos se porque elas estão mais fortes e denunciando mais, ou se, de fato, o número aumentou. Mas a consequência dessa situação é o medo de caminhar pelas ruas, de sermos estupradas, agredidas, inclusive por nossos parceiros”, afirma Deonara.

Reportagem divulgada ontem pelo Estado de Minas mostra números que comprovam esse cenário de apreensão: a cada hora, 15 mulheres são vítimas de estupros, torturas, espancamentos, humilhações, homicídios, roubos e outras formas de agressão em Minas, no ambiente doméstico e familiar. Entre os agressores, 43% são os próprios companheiros ou namorados das vítimas. Os dados fazem parte do Diagnóstico da Violência Doméstica e Familiar, divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública. Nos últimos três anos, foram quase 388 mil ocorrências registradas por violência ligada ao gênero em território mineiro, seja ela sexual, física, moral, psicológica ou patrimonial.

A jornalista e educadora Fernanda Castro, de 44 anos, tem presença marcada hoje no movimento M8. “Vivemos em um país muito machista, e ainda ocupamos poucos lugares estratégicos na política, no Judiciário e no Legislativo. E eu falo como mulher branca, de classe média, reconheço meus privilégios. As pobres e negras vivem em uma realidade ainda mais complicada”, afirma. A professora inclusive se uniu a um grupo de 15 ativistas para conseguir recursos para fabricar adesivos sobre o movimento, que serão distribuídos hoje. Para Fernanda, a mudança começa no dia a dia, em pequenas ações. Tanto que ela decidiu explicar a importância da data para a funcionária que a ajuda em casa, e a liberou do expediente hoje, para que possa se conscientizar sobre o tema.

QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA

Outro ponto cujo debate é considerado essencial pelo movimento são as reformas previdenciária e trabalhista em debate no país. Com a proposta do governo Michel Temer, elas temem ter seus direitos prejudicados. “Um dos pontos preocupantes é a perda da diferenciação, com adoção do mesmo tempo de aposentadoria para homens e mulheres”, afirma a também ativista Amélia Gomes, de 26. Para ela, pelas regras propostas as trabalhadoras rurais podem ser as mais prejudicadas. Na tarde de ontem, cerca de 500 mulheres se reuniram em rodas de debate para discutir como a mudança de regras da Previdência interfere na vida de cada trabalhadora. Também vão se reunir amanhã e marchar pelas ruas da cidade como ato de repúdio à proposta e à gestão Temer.

INFRAESTRUTURA AINDA É TÍMIDA

Apenas nos dois primeiros meses deste ano, a Delegacia de Mulheres de Belo Horizonte registrou mais de 1.500 atendimentos, 1.064 medidas protetivas, 935 inquéritos instaurados e 1.074 concluídos. Porém, ativistas ligadas à defesa dos direitos das mulheres consideram que não há delegacias especializadas suficientes e com atendimento apropriado para as vítimas de violência. “É muito difícil fazer denúncia, é um processo burocrático e muitas vezes inócuo. Às vezes, a mulher tem vergonha e ainda tem a questão da responsabilização da vítima, por causa da cultura em que fomos criados, que leva pessoas a acreditar que o comportamento da mulher gera ou justifica o abuso”, afirma Renata Chamilet, uma das organizadoras da campanha “Tira a mão: é hora de dar um basta” e administradora da página “As Minas do Carnaval de Belô”, que recebe denúncias de assédio.

L. O., de 35 anos, foi uma das vítimas que decidiram procurar Renata para relatar o assédio e agressão que sofreu durante o carnaval. Desmotivada por não ser bem acolhida pela PM, buscou as redes sociais para denunciar. “Eles não estão preparados para fazer esse tipo de atendimento. Generalizam, acham que só porque estou no carnaval, estou sujeita a esse tipo de coisa. É o machismo, no geral. E isso não exclui a própria polícia”, avaliou.

L. conta que estava nas proximidades de um bloco no Bairro Floresta, Região Leste de BH, com o namorado, o filho, e alguns amigos, quando um homem se aproximou e a agarrou. “Ele não chegou conversando, chegou me pegando pela cintura. Eu disse que estava acompanhada e meu filho também se dirigiu a ele. Foi quando o homem me deu um soco no olho”, relata. “Subimos a rua e paramos uma viatura da Polícia Militar. Eu estava com o olho sangrando e não fui acolhida. Pediram para esperar, que outros policiais nos atenderiam. Até lá, o agressor já tinha fugido”, pontuou L.

De acordo com Renata, é natural que muitas mulheres não procurem o caminho da denúncia, por sentimento de vergonha ou por medo de que a providência seja inútil. “Desistir é fácil, por causa dos obstáculos. Há muitas barreiras para transpor até chegar ao momento da denúncia. Mas é muito preocupante que tenhamos um número tão baixo de registros oficiais de ocorrência, porque, para quem está de fora, pode parecer que o problema não existe. O assédio não pode ser naturalizado, é preciso denunciar”, convoca Renata.

Fonte: Estado de Minas/Larissa Ricci

O senador Paulo Paim (PT-RS) reuniu 29 assinaturas para solicitar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a situação financeira da Previdência Social. Segundo Paim, o objetivo é apurar desvios de verbas, fraudes, sonegações e outras irregularidades nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). "A CPI vai esclarecer se precisa ou não de reforma da Previdência", enfatizou.

Apesar de já possuir duas assinaturas a mais do que o necessário, Paim ainda buscará apoio de outros senadores até o fim de março, quando planeja apresentar o requerimento. Ele afirmou que o Palácio do Planalto está pressionando governistas a retirarem as assinaturas do documento, mas não quis revelar os nomes. Caso não consiga a aprovação do pedido, Paim também costura o apoio de parlamentares para uma comissão mista, com a participação de deputados.

Com duração de 120 dias, as CPIs têm poderes de investigação próprios de autoridades judiciais. A comissão pode, por exemplo, convocar pessoas para depor, ouvir testemunhas, requisitar documentos e determinar diligências, entre outras medidas. A ideia de criar uma CPI partiu do presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins, que buscou o apoio de Paim. O pedido acontece em meio aos debates sobre a aprovação da reforma da Previdência, uma das prioridades legislativas do governo Michel Temer para este ano.

Fonte: Jornal Pelotense

A Forluz identificou uma falha nos Informes de Rendimentos para a declaração do imposto de renda enviados pelo correio para os participantes assistidos. Em razão do ocorrido, uma nova via do documento será encaminhada a partir desta quinta-feira (23/02).

"Pedimos desculpas pelo transtorno e informamos que o  documento correto está disponível no Portal Forluz. Para consultá-lo, você pode deve acessar a área logada, na seção 'Área do Participante' e selecionar o menu 'Assistido'.

Confira aqui​ o comunicado sobre o assunto.

Fonte: Forluz

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A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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