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A AEA realizou na tarde desta terça-feira (11) Assembleia Geral Ordinária para analisar e votar o balanço financeiro e o relatório anual de atividades, referentes ao exercício 2016. Colocada em votação, a prestação de contas foi aprovada pelos associados (houve uma abstenção). Anteriormente, os Conselhos Fiscal e Deliberativo já haviam emitido parecer referendando a aprovação, depois de análise minuciosa das notas explicativas, documentos e informações pertinentes às operações realizadas para Associação no ano passado.

Diferentemente dos últimos anos, o balanço apontou déficit de R$ 36.087,20, que foi explicado pela contabilidade. “Este resultado é proveniente de algumas situações que ocorreram, como demissões em novembro. No entanto, na análise geral, não houve influência na saúde financeira. A AEA é sólida e o déficit não representou nenhum reflexo”, analisou o contador Augusto Henrique Novaes, ao responder aos questionamentos de associados.

Misael de Jesus dos Santos Sá, Presidente do Conselho Fiscal, reiterou o esclarecimento feito pela contabilidade e enalteceu a participação dos associados na Assembleia. “Esses questionamentos são importantes, para que tudo possa ser tratado com transparência. Além das demissões, ainda tivemos um gasto com o escritório de advocacia que está representando a AEA na ação do Seguro de Vida. Isso justifica o déficit, mas a saúde financeira da AEA é interessante e nos dá segurança”, avaliou.

CONSULTA DE DOCUMENTOS

Conforme amplamente divulgado nos meios de comunicação da AEA e nos quadros de aviso da Sede, a documentação referente à prestação de contas do exercício ficou à disposição dos associados para consulta desde o último dia 10 de março.

Apesar de o balanço ter sido aprovado nesta tarde, o associado que tiver interesse em examinar os documentos ainda poderá fazê-lo. “Todos os registros estão disponíveis. Quem quiser consultá-los, basta marcar que nos reuniremos com o contador para as devidas explicações que se fizerem necessárias”, informou Zita Remígio de Oliveira, Diretora Financeira da AEA.

assembleiaDurante a Assembleia Geral realizada na tarde desta terça-feira, os associados analisaram o balanço patrimonial da AEA e aprovaram a prestação de contas do exercício 2016

 

 

Por desconhecimento ou até mesmo desdém, o problema ainda não é encarado com a devida seriedade. A depressão, contudo, não é fruto de imaginação, chantagem emocional ou algo para chamar a atenção. Trata-se de uma doença grave que acomete, a cada tempo, mais pessoas mundo afora.  

Ela não “escolhe” idade, classe social, sexo, cor. Logo, ninguém está imune. Na fase idosa não é diferente. Inclusive, estudos apontam que adultos com mais de 60 anos estão no grupo que mais corre risco de desenvolver o transtorno. A alternativa é ficar atento aos sintomas que surgem “discretamente”, para que o problema não atinja o potencial de uma bomba-relógio prestes a explodir, como explica, Karla Giacomin, médica geriatra, pesquisadora do Núcleo de Estudos em Saúde Pública e Envelhecimento-UFMG/Fiocruz.

“Valorizar a velhice, estimular o convívio entre as gerações, aprender com os mais velhos, são estratégias que reduzem a exclusão social e favorecem o sentimento de pertencimento e de bem-estar. Deve-se orientar a pessoa a procurar ajuda médica e psiquiátrica, pedir ajuda. Garantir contatos sociais e a presença de amigos que se interessam por nós é fundamental”, aponta Karla, que fala mais sobre o tema na entrevista abaixo.

Como se define a depressão?
Biologicamente, a doença se manifesta em razão de uma série de alterações químicas no cérebro, principalmente com relação aos neurotransmissores, substâncias (serotonina, dopamina, noradrenalina) que têm reflexo no humor, sono e apetite, por exemplo.

Quais os sintomas?
Perda de interesse ou prazer em quase ou todas as atividades habituais, alteração de peso ou apetite (para mais ou para menos), insônia ou excesso de sono, agitação ou retardo psicomotor, redução de energia, sentimentos de inutilidade ou culpa excessivos, diminuição da capacidade para pensar ou se concentrar, pensamentos de morte recorrentes e/ou ideias suicidas.  

Como é feito o diagnóstico?
Quando há a presença de cinco ou mais sintomas depressivos específicos, quase que diariamente, num período mínimo de duas semanas. Dentro desses sintomas deve estar obrigatoriamente presente um estado de ânimo depressivo ou a perda de interesse ou prazer.

Há como se prevenir?
Sim! Poder falar sobre o que o incomoda, ter com quem dividir problemas, manter-se engajado com a vida e cultivar amizades, fazer atividade física, ter uma alimentação equilibrada, ter contato com a natureza, ter afeto, conviver com bichos de estimação, cuidar de plantas, fazer trabalhos voluntários, são exemplos de atitudes positivas. Apesar disso, as pessoas não se tornam imunes à depressão.

Como é o tratamento?
Casos de depressão leve podem ser tratados sem medicamentos, com inclusão de atividades físicas e sociais. Na forma moderada ou grave, as pessoas precisam de medicação e tratamentos profissionais (psicoterapia, psicanálise, terapia cognitivo-comportamental). Quanto mais cedo é feito o diagnóstico e o início do tratamento, melhores são os resultados. Os especialistas recomendam que amigos e parentes de pessoas deprimidas também participem do tratamento.

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Para a geriatra Karla Giacomim, a depressão não é frescura, falta de serviço, falta de fé. É uma doença real e assim deve ser encarada e tratada

 

Qual o papel dos familiares?
Muitas vezes você pergunta algo e a pessoa responde com frases muito negativas que envolvem a vontade de se matar. Pessoas que expressam este desejo precisam ser cuidadas e receber o diagnóstico e o tratamento adequados. É fundamental perceber e evitar pensamentos suicidas. A detecção e o tratamento precoces da doença, da dependência do álcool e do abuso de drogas são estratégias importantes na prevenção primária do suicídio. Além disso, os programas educativos para formação de médicos e profissionais de cuidados de saúde para o diagnóstico e tratamento de doentes deprimidos são particularmente importantes.

Quais as causas da depressão nas pessoas idosas?
Em pessoas cujas famílias têm história de pessoas com depressões mais graves, possivelmente o risco é maior. Alguns eventos estão associados a uma maior incidência de depressão, como perdas, separações, desemprego, aposentadoria (especialmente, quando não é voluntária), mortes de entes queridos. Também ocorre depressão associada a diagnósticos de doenças graves que poderão incapacitar a pessoa de modo definitivo, causar dor crônica ou mesmo causar a morte, como doenças neurodegenerativas e cânceres avançados. A depressão tanto pode ser causa como consequência da incapacidade.

Quais sinais o idoso costuma apresentar?
Muitas vezes, ele se torna mais lento, calado, introspectivo. Em outras ocasiões, a doença pode se manifestar de uma forma mais ansiosa, com irritabilidade, medo, insegurança. Infelizmente, a depressão entre os idosos deixa de ser detectada por ser, muitas vezes equivocadamente, considerada como fazendo parte do processo de envelhecimento normal. Equivocadamente, acredita-se que é normal, na velhice, uma pessoa deixar de fazer o que gostava ou ter menos disposição para realizar suas atividades como antes. É importante esclarecer: isso não é normal! Quando isso acontece com frequência e com mais intensidade, talvez a pessoa esteja entrando em depressão.

Há relação da depressão com a demência?
Sim. Muitos idosos apresentam quadro depressivo antes de manifestar o processo demencial. Especialmente na doença de Alzheimer e na demência pós-AVC (acidente vascular cerebral), a depressão é muito frequente. Na fase inicial da doença de Alzheimer, em cerca de 50% dos casos, há um quadro depressivo associado.

E com o suicídio?
Não somente na fase idosa, como em todas as etapas da vida, a depressão grave se associa ao suicídio. É importante saber que as pessoas idosas não atentam contra a vida para chamar a atenção. Elas realmente estão sofrendo muito. Os maiores índices acontecem entre homens idosos.

Algo a acrescentar?
Tenho, sim. É importante compreender que a depressão não é frescura, não é falta de serviço, não é falta de fé, nem de boa vontade. É uma doença real, sofrida , muito comum e ainda pouco compreendida. Há que se considerar o contexto sociofamiliar, o momento de vida, a condição de saúde, mas a depressão não escolhe classe social, nem idade, embora os jovens entre 15 e 29 anos, mulheres no pós-parto e adultos com mais de 60 anos são os que mais correm risco de desenvolver o transtorno.

O Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical fez uma denúncia na última terça (28), no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o presidente Michel Temer e o secretário Marcelo Caetano reivindicando a realização de auditoria na Previdência Social para que o governo demonstre a existência de um déficit nas receitas, principal justificativa apresentada para viabilizar a reforma. 

A estrutura argumentativa do governo para instaurar e aprovar a reforma no Congresso Nacional, alterando a Constituição Federal, por meio de uma PEC, concentra-se na alegação de um déficit anual nas receitas que, em algumas décadas, levaria o sistema previdenciário à bancarrota. 

O Sindicato dos Aposentados, com base nos estudos da Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), aponta que o orçamento da Previdência, alicerçado em sete fontes de financiamento, foram superavitários nos últimos cinco anos.  “O governo sempre alegou que a Previdência está quebrada, no entanto, nunca demonstraram contabilmente esse ‘rombo’”, indigna-se João Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. 

A denúncia do Sindicato dos Aposentados no TCU evidencia também o desvio de até 30% das verbas da Seguridade Social, por meio da DRU (Desvinculação das Receitas da União) para utilização da verba em outras áreas. 

“A existência da DRU é uma prova que o governo cria contra si, pois, se eles alegam que a Previdência dá prejuízos, então, como retirar verba de um lugar que está ‘no vermelho’. Além de um contrassenso, é um absurdo quanto à administração do dinheiro público”, afirma Tonia Galleti, advogada e coordenadora do departamento jurídico do Sindicato dos Aposentados. 

Além dos desvios da DRU, segundo o sindicato, nos últimos 10 anos, estima-se um montante de recursos que ultrapassa R$ 400 bilhões desviados dos cofres da Previdência para construir o superávit da União e que foram destinados ao pagamento de juros da dívida pública. Com a reforma já em curso no Congresso, o governo em nenhum momento apresentou os dados que confirmam haver um déficit no orçamento da Previdência. 

Fonte: Sindicato Nacional dos Aposentados

Em audiência realizada na tarde desta terça-feira (28), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais restabeleceu a Tutela de Evidência concedida à AEA, no fim de 2016, determinando que a Cemig mantenha as condições da apólice do Seguro de Vida, alteradas de forma unilateral pela empresa, no início do ano passado. Por unanimidade, os desembargadores da Segunda Câmara Cível, derrubaram o efeito suspensivo da ré e mantiveram a sentença favorável à Associação.

Com a decisão, a Cemig é obrigada a manter as condições da apólice do Seguro de Vida em grupo, que foram modificadas sem a anuência de 75% dos segurados. A sentença deve ser publicada em até 10 dias, e o processo voltará à 1ª instância, para seguir seu trâmite.

“Meu voto abarca todas as questões debatidas nesse recurso. O deferimento da tutela provisória exige a presença de provas suficientes, bem como a inexistência de dúvida. Por isso, decido negar provimento ao recurso”, argumentou o relator Marcelo Rodrigues, tendo sido acompanhado em seu parecer pelos desembargadores Caetano Levi Lopes e Raimundo Messias Júnior.

DEFESA DA AEA

A advogada Aline Ribeiro Horta de Almeida (foto), representante da Associação na audiência, reafirmou que, diferentemente da alegação da Cemig no processo, a seguradora apresentou proposta à empresa para a renovação do seguro.

“Quando a apólice de 2015 estava para vencer, quase seis meses antes, a Sul América enviou uma carta-proposta contendo três opções de negociação para restabelecer o equilíbrio do contrato. Por que diante dessa proposta, a Cemig não consultou os segurados sobre qual seria a mais viável? A operadora enviou, sim! E a empresa falta com a verdade quando diz não ter havido interesse na renovação”, argumentou a advogada, durante sua objetiva e consistente sustentação oral.

Aline ressaltou que dos 17.500 segurados, quase 10 mil são aposentados, o que corresponde a 60% do grupo. “Razão pela qual reiteramos a necessidade de que eles sejam consultados sobre a alteração, que gera ônus”, acrescentou.

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A Diretoria da AEA se reuniu na tarde dessa quinta-feira (23) com o presidente da Cemig, Bernardo Afonso Salomão de Alvarenga, e a diretora de Relações e Recursos Humanos, Maura Galuppo Botelho Martins, para fazer uma visita e tratar de assuntos de interesse dos aposentados e pensionistas.

Participaram do encontro, representando a AEA, João Victor Marçal (Presidente), Eustáquio Vieira (Diretor Administrativo), Afonso Barros Machado (Diretor de Intercâmbio) e Misael de Jesus dos Santos Sá (Presidente do Conselho Fiscal).

Durante a conversa na sede da empresa, João Victor Marçal falou sobre os trabalhos que são desenvolvidos pela Associação em prol dos aposentados e pensionistas, graças à boa estrutura que possui a AEA, e apresentou algumas demandas que podem ter o apoio da Cemig. Ele aproveitou a ocasião e fez o convite para que Bernardo e Maura passem a integrar o quadro de associados, já que ambos são aposentados.

Foi a primeira visita que a Diretoria da AEA fez à presidência da Cemig, desde que Bernardo Salomão assumiu o cargo, em dezembro do ano passado, na vaga deixada por Mauro Borges. “Estamos à disposição para ajudar no que for possível, dentro das nossas possibilidades”, ponderou Bernardo Salomão.

Com a assinatura de 61 senadores, será criada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar a contabilidade da Previdência Social “esclarecendo com precisão as receitas e despesas do sistema, bem como todos os desvios de recursos, sejam anistias, desonerações, desvinculações, sonegação ou qualquer outro meio que propicie a retirada de fontes da Previdência, focando não somente nos valores, mas também nos beneficiários desses desvios”.

Agora, os partidos indicarão sete membros titulares e cinco suplentes. O prazo de funcionamento da comissão é de 120 dias, prorrogável por mais 120, com limite de R$ 100 mil para as despesas. Ao final desse prazo, a Comissão envia o resultado da investigação à mesa, para conhecimento do plenário, relatório e conclusões.

O requerimento foi apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS) na última terça-feira (21), e lido no mesmo dia no plenário da Casa. Dos três senadores de Minas Gerais, somente Aécio Neves (PSDB) não apoiou a criação da CPI da Previdência, demonstrando claramente em qual lado ele está nessa batalha pela preservação dos direitos de trabalhadores e aposentados. Já Antonio Anastasia (PSDB) e Zezé Perrella (PMDB) assinaram a lista que solicita a abertura da Comissão.

A postura de Aécio Neves, candidato derrotado na eleição de 2014 à Presidência, chama ainda mais a atenção, se comparada às dez assinaturas favoráveis de senadores do próprio PMDB, partido de Michel Temer, o maior interessado na reforma da Previdência.

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MOBILIZAÇÃO DAS ENTIDADES

Num momento em que se discute a ultrajante Reforma da Previdência, a criação de uma CPI pode ser considerada um alento para a população brasileira e entidades contrárias ao desmonte do sistema, como a Confederação Brasileira de Aposentados Pensionistas e Idosos (Cobap) e a AEA.

A Cobap, inclusive, trabalhou arduamente para que a CPI se tornasse realidade. “Sugerimos ao senador Paulo Paim, companheiro de tantas batalhas, que encabeçasse a coleta de assinaturas para a abertura da investigação sobre a administração do maior patrimônio público construído com sangue, suor e lágrimas de gerações de trabalhadores brasileiros”, recorda Warley Martins, presidente da Confederação. 

De acordo com Martins, o senador cumpriu sua missão e trabalhou forte nos bastidores, enquanto a Cobap cooptou mais aliados e entidades. “Valeu o sacrifício. Essa façanha é fruto do trabalho da Cobap, de suas federações, associações de base e da forte pressão de todos seus associados espalhados por todo o território nacional. Vamos marcar em cima e provar que nunca houve déficit e sim roubo”, comemora.

 

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A mobilização promovida pela AEA, contra a reforma da Previdência, já chegou aos gabinetes em Brasília. Prova disso são as manifestações recebidas, depois de a Associação enviar a CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES MINEIROS. No documento encaminhado aos políticos, a Instituição expõe a insatisfação com as mudanças pretendidas pelo governo federal, e faz uma cobrança dura e direta aos deputados, senadores e lideranças do Congresso: “honre o voto que recebeu dos eleitores de nosso Estado, e cumpra seu papel parlamentar, votando contra a Reforma da Previdência, como prevê o texto apresentado pelo governo federal”, diz um trecho da carta.

O documento foi enviado aos parlamentares no último dia 15 de março e, até a manhã desta terça-feira (21), apenas dois retornaram. O deputado Jaime Martins (PSD-MG) garantiu à AEA ser contra a reforma proposta pelo presidente da República.

“Tenho posição contrária e crítica em desfavor da PEC 287/2016 e entendo que são necessárias modificações e adequações no texto proposto. Portanto, não votarei pela aprovação da Reforma nos termos em que ela está colocada”, assegura Martins.

O deputado diz reconhecer o momento adverso pelo qual passa a economia brasileira. No entanto, ressalta que não será prejudicando a população que a questão será solucionada.“Os trabalhadores assalariados que querem se aposentar não devem ser penalizados por tal situação. Precisamos estabelecer uma reforma da Previdência que traga justiça a todos os brasileiros e comece eliminando os privilégios de deputados, senadores, juízes, sobretudo a magistratura superior, para que a população sinta que a colaboração para o ajuste está sendo feita de uma forma adequada”, argumenta.

PSOL também é contrário à reforma

Além do deputado Jaime Martins, a liderança do PSOL na Câmara Federal também respondeu ao manifesto da AEA, e reafirmou que o partido é contrário à medida, definida por seus membros como um “retrocesso”.

“O PSOL atuará intensamente em todas as fases da tramitação na Câmara para tentar barrar mais esse retrocesso do governo Temer. Além de sua bancada de deputados, a militância nas ruas se juntará às organizações da classe trabalhadora para denunciar mais esse ataque aos direitos”, promete o partido, no comunicado enviado à AEA.

AEA reafirma compromisso com aposentados e pensionistas

No entendimento da AEA, as mudanças provocarão graves prejuízos para toda a população. Por isso, a Associação tornou explícito qual será seu papel, caso a reforma seja aprovada nos moldes anunciados.

"De acordo com o desdobramento dessa reforma ultrajante que pretende o governo, temos o compromisso, perante nosso grupo de aposentados e seus respectivos familiares, de denunciar e expor todo aquele deputado que for contra os interesses dos trabalhadores, principalmente os aposentados e pensionistas”, promete João Victor Marçal, presidente da AEA.

 

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A edição 116 do Jornal AEA já está disponível para os associados. Neste número, trazemos uma entrevista exclusiva com a médica geriatra, Karla Giacomin. Ela trata de um tema muito sério, que a cada dia acomete mais pessoas no mundo afora: a depressão.

De acordo com a médica, a depressão atinge cada vez mais pessoas, independentemente de sexo, raça, idade e condição socioeconômica. O problema é grave, mas nem sempre é tratado com a devida atenção que merece. Karla alerta que o transtorno não é “frescura”, mas uma doença real e que precisa ser enfrentada como tal.

Ela ressalta que a família e as pessoas mais próximas têm papel fundamental na detecção e no auxílio ao tratamento, principalmente no caso daqueles idosos que podem ter a enfermidade confundida com as mudanças naturais, provocadas pelo envelhecimento.

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A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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