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A Diretoria da AEA-MG está trabalhando para oferecer aos associados serviços de confiança e qualidade por preços mais acessíveis. Até o momento, já foram firmados alguns convênios, e a expectativa para o próximo ano é aumentar o número de opções, em Belo Horizonte e no interior.

“Já temos parceria com ótica, escritório de advocacia e uma rede de hotéis. Além dessas, há novos contratos sendo avaliados pela nossa Diretoria”, explica Milton Pinto de Andrade, Diretor de Intercâmbio da AEA-MG.

Desde outubro, associados e ascendentes e descendentes de primeiro grau têm acesso a serviços e produtos da Ótica Firenze com descontos de até 20%. Com duas unidades em Belo Horizonte, a ótica oferece lentes corretivas em geral, óculos solares e esportivos, acessórios, serviços de ajustes, manutenção, reparos e substituição de peças, entre outros.

Para ter direito ao desconto, deve-se apresentar o vínculo com a AEA-MG (carteirinha de sócio e identidade). No caso de cônjuges e dependentes, comprovar, também, o vínculo familiar.

ADVOCACIA

Além da Ótica Firenze, os associados também terão acesso a assistência jurídica da MMG Advocacia, por um preço menor do que o praticado no mercado. O desconto é para associados e descendentes e ascendentes de primeiro grau, mediante comprovação de vínculo com a AEA e/ou familiar.

A MMG Advocacia atua nas áreas cível, trabalhista, previdenciária, tributária e direito do consumidor.

HOTEL

O último convênio firmado em 2018 foi com o Royal Center Hotel, que conta com unidades em Belo Horizonte e várias cidades do Brasil. A parceria prevê descontos e outras vantagens em hospedagens para associados e dependentes.

 

Pelo menos 21% da população idosa que já se aposentou continua ativa no mercado de trabalho, mostrou pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Segundo o levantamento, 47% dos aposentados que ainda trabalham estão nesta situação por necessidade financeira – ou seja, o valor do benefício do INSS não é suficiente para pagar as contas. Destes, 45% são das classes A/B e 48% das classes C/D/E.

Outros 48% dos consultados responderam que trabalham porque desejam se sentir produtivos nesta etapa da vida – em especial os que pertencem à faixa de renda maior (classes A/B), que são 58%.

A pesquisa consultou brasileiros acima de 60 anos, em todas as capitais e de todas as classes sociais e nível de escolaridade, entre os dias 7 e 20 de agosto.

Dificuldade em obter um emprego

A pesquisa do SPC também mostrou que 43% dos aposentados tiveram dificuldade em conseguir um emprego: 30% deles acreditam que o motivo é o preconceito pela idade avançada. Contudo, outros 57% dizem não ter tido problemas em conseguir trabalho.

Mais da metade destes trabalhadores (61%) não soube responder até que idade pretendem continuar na ativa. Entre os que têm uma ideia de quando vão parar, a idade média foi de 74 anos.

No estudo, a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, observou que esse cenário reflete o aumento da expectativa de vida no Brasil. “Percebe-se, muitas vezes, que os idosos não se prepararam para este momento e os ganhos com a aposentadoria acabam não sendo suficientes para manter o padrão de vida desejado".

Lares sustentados por idosos

Nove em cada dez (91%) idosos acima de 60 anos contribuem financeiramente com o orçamento familiar, mostrou também a pesquisa. Destes, 43% são os principais responsáveis pelo sustento da casa.

Ainda segundo o SPC, 34% dos consultados recebem algum tipo de custeio. Este percentual sobe para 40% entre as mulheres, com a renda, em maior parte, de pensão por falecimento do cônjuge (15%) ou de familiares (15%).

1 em cada 4 idosos na ativa têm carteira assinada

Em outubro, matéria do G1 mostrou que, mesmo o percentual de pessoas acima de 60 anos no mercado de trabalho venha crescendo – bateu o recorde de 7,9% no segundo trimestre, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – apenas 26% têm carteira assinada. A maior parte ainda está na informalidade ou em ocupações por conta própria.

A faixa etária mais excluída do mercado formal é também a que mais sofreu com o fechamento de vagas com carteira assinada, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em agosto, enquanto a faixa etária até 39 anos criou mais de 140 mil vagas, 37 mil postos foram fechados para pessoas acima de 50 anos.

FONTE: Taís Laporta/G1

A Forluz informa seus aposentados e pensionistas que, no mês de dezembro, não é efetuado o pagamento do adiantamento quinzenal. O benefício será creditado integralmente no dia 20.

Na mesma data, será feito também o depósito do Abono Anual (13º), para aqueles que optaram por modalidades que possuem este benefício.

Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com a Central de Atendimento da Fundação no 0800 090 90 90 ou (31)3214-6600 (para ligações feitas pelo celular). O e-mail para contato é O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Fonte: Forluz

O Grupo Coração de Minas da AEA foi um dos destaques no Festival do Idoso Protagonista, realizado de 25 a 28 de novembro, em Lambari, Minas Gerais. Coordenados por Neyse Drumond e Anelice Diniz, parte dos associados (foto) participou de uma apresentação de dança sênior.

Nesta sexta-feira (30), o grupo volta a se apresentar, desta vez no X Vesperal de Dança Sênior, no Centro de Referência da Pessoa Idosa (avenida Pedro II, 3.250, bairro Caiçara, Belo Horizonte). O evento é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, e a expectativa é a de que reúna 400 participantes, entre usuários do programa Viva a Vida e convidados.

No próximo domingo (2), a partir das 9h, o Coração de Minas será uma das atrações do IV Festival de Talentos com Adauto Lima, que ocorrerá na escola Professora Eleonora Pieruccetti (avenida Bernardo Vasconcelos, 288, Cachoeirinha, Belo Horizonte).

Haverá alteração no funcionamento da AEA nos dias 28 e 29 de novembro (quarta e quinta-feira), devido a treinamento de empregados. No dia 28, não terá atendimento externo. O expediente será retomado dia 29, às 14h.

Criar coragem para enfrentar abusos, intimidações e tantas outras violências sofridas em decorrência da idade avançada não é fácil. Porém, a cada dia mais idosos quebram o silêncio para denunciar os maus-tratos, como mostra relatório do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), elaborado a partir de queixas recebidas pelo Disque 100. Em Minas, os registros dobraram nos últimos cinco anos. Só no primeiro semestre de 2018 foram 2.380 gritos por socorro.

Longe de ser só física, a violência contra pessoas com mais de 60 anos pode se manifestar de diversas formas. Ataques psicológicos, negligência e uso indevido da fonte de renda são alguns dos casos mais relatados. Para assegurar proteção a esse público, a legislação brasileira conta com o Estatuto do Idoso. O documento, que completa 15 anos de vigência, consolida e reafirma direitos básicos de cidadania já previstos pela Constituição Federal. 

Exemplos

Aos 65 anos, o pintor Osvaldo Gadelha diz estar cansado dos comentários pejorativos sofridos no ambiente de trabalho. “Faço meu serviço normalmente, mas fico ouvindo dos colegas mais jovens que estou velho, que não dou conta. É um preconceito”, lamenta. A hostilização e a humilhação são classificadas pelo MDH como violências psicológicas.

Dificuldades semelhantes são enfrentadas pelo também pintor Mário José de Moura, de 62. O descaso acontece no transporte público. Segundo ele, é raro algum passageiro deixar o assento destinado a idosos para os mais velhos. Há pouco tempo, sentindo-se indisposto, pediu a um jovem para sair do banco, mas a resposta o surpreendeu. “O moço não se levantou e ainda ameaçou me dar um tapa na cara se eu insistisse. Fiquei muito assustado, decidi não discutir e saí de perto”, conta.

A psicanalista Soraya Hissa de Carvalho ressalta que esse tipo de comportamento, que classifica como cruel, é capaz de agravar ou aproximar os idosos de doenças como a depressão. “Na tentativa de se livrar de uma situação de extrema aflição, pode até mesmo cometer um ato mais drástico. Cresce cada vez mais o número de pessoas da terceira idade que se suicidam”.

Em Minas, 62,8 mil crimes foram registrados contra pessoas maiores de 60 anos; os principais são furto, ameaça, roubo, estelionato, dano e agressão 

Perfil

Embora ataques em ambientes públicos sejam comuns, a delegada Larissa Maia Campos Salles, da unidade Especializada de Atendimento à Pessoa com Deficiência e ao Idoso de Belo Horizonte, afirma que a maior parte dos maus-tratos ocorre dentro de casa. Os agressores são os próprios parentes.

“Quem sofre esse tipo de violação vive com a família, tem renda de dois salários mínimos e está em situação de fragilidade física e emocional. São pessoas que precisam de ajuda nas atividades diárias, como ir ao banco. Muitos suspeitos são filhos, netos ou cônjuges da vítima”, detalha a delegada. 

A policial ainda destaca que a violência financeira tem crescido nos últimos anos no âmbito familiar. Fazer compras com o cartão de crédito do pai, não deixar que a avó tenha acesso aos próprios rendimentos da aposentadoria e até assinar contratos utilizando o nome do idoso são exemplos. “O problema é se apropriar de forma indevida da confiança dele. Isso ocorre em qualquer classe social”, frisa Larissa Maia.

Novas formas de agressão exigem atualização do estatuto 

Criado em 2003, o Estatuto do Idoso é considerado por especialistas um importante instrumento para assegurar os direitos das pessoas com mais de 60 anos. O documento estabelece diretrizes de saúde, educação, segurança, urbanismo e assistência social que devem nortear a formulação de políticas públicas, além de tipificar crimes contra esse público.

Uma das medidas de destaque da norma é a previsão de abrigamento de vítimas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). Belo Horizonte tem 24 casas de acolhimento, com 916 vagas. Os locais oferecem atendimentos psicológico e social, além de alimentação e cuidados variados. 

Atualização

Professor da Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), Rachid Silva defende a atualização do estatuto. O objetivo é se adequar às novas práticas que violam os direitos da terceira idade como, por exemplo, violências cibernética e sexual.

Para ele, que é especialista em direito da família, é essencial abordar a homoafetividade nessa faixa etária. “O público LBGTI precisa de atenção, especialmente porque há uma espécie de ‘dupla punição’ que os torna ainda mais vulneráveis. Eles acabam sendo agredidos porque são mais velhos e pela orientação sexual ou identidade de gênero”, afirma.

No caso da violência cibernética, o advogado reforça que, cada dia mais, maiores de 60 anos estão conectados à internet e se tornam alvo de golpes. “É muito mais fácil abordar um idoso por celular. Eles podem cair em armadilhas de extorsão ou até mesmo ser enganados por quem age de má-fé em sites de relacionamentos amorosos”.

Fonte: Malú Damázio/Jornal Hoje em Dia

Munido de receita médica, o associado Silvio Sebastião (foto) recorreu à Associação. Queria saber se os medicamentos prescritos estariam disponíveis na Farmácia Solidária. Saiu da AEA com remédios para diabetes, pressão alta e colesterol. “Estava tendo problema porque, neste período, não estou encontrando os medicamentos no posto de saúde. Com isso, tenho de comprá-los. Aqui consegui, gratuitamente, tanto para mim quanto para minha esposa”, enaltece Silvão, como é tratado pelos amigos.

A alternativa oferecida a Silvão é extensiva a todos os associados, da capital e do interior, e faz parte do projeto Farmácia Solidária. Trata-se de iniciativa da Área Social da AEA, desenvolvida em parceria com a Associação dos Amigos e Usuários de Medicamentos Excepcionais (Assaumex).

Por meio da ação, os medicamentos doados são repassados a quem necessitar, mediante apresentação de receita médica válida. “É uma ajuda enorme, uma ótima iniciativa”, elogia Silvão.

Como o estoque de medicamentos é formado por doações, é fundamental que todos abracem a causa. “Há remédios em casa que não estamos usando mais e vou trazê-los para ajudar outras pessoas”, diz o aposentado.

É justamente este o espírito do projeto, pois tudo é feito de forma voluntária, até mesmo a supervisão de um farmacêutico profissional, como explica Thais Carvalho, assistente social da AEA.

“Além de fornecer, arrecadamos medicações diversas que estejam na embalagem original e dentro da validade, mesmo em sobras de cartelas. Só não serão aceitas aquelas que precisam ser conservadas na geladeira.”, explica.

FUNCIONAMENTO

Um armário foi construído na Sede da AEA BH para acondicionar a medicação. O associado que tiver interesse em adquirir remédio deve agendar atendimento com a assistência social, de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. Verificada a disponibilidade da medicação, será marcado horário para que o interessado possa retirá-la.

Mais informações pelo (31) 3224 8323, pessoalmente na Sede BH (Av. Afonso Pena, 867, 17º andar, Centro), ou em um dos Escritórios do interior.

Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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