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Diferentemente do que foi publicado na página 1 do "Informativo Especial de Eleições da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Cemig - outubro de 2014", enviado aos associados, o Edital de Convocação se refere ao triênio 2015/2017.



Diferementemente do que foi publicado na página 4 do mesmo Informativo, o candidato ao Conselho Fiscal, Jurandir de Carvalho Soares, foi Engenheiro na Divisão de Tarifas.



Diferentemente do que foi publicado na página 4 do mesmo Informativo, o candidato ao Conselho Fiscal, Misael de Jesus dos Santos Sá, não foi membro do Conselho Fiscal da Associação, no triênio 2009/2011.



Clique aqui e leia o Informativo na íntegra.



Os associados da AEA já podem reservar cinco dias da agenda em 2015. De 26 a 30 de abril será realizado o 13º Encontrão, no Royal Thermas Resort, em Olímpia, São Paulo. Além de Belo Horizonte, sairão ônibus de mais oito cidades mineiras rumo ao interior paulista, e a expectativa é a de que o evento reúna aproximadamente 800 pessoas. As inscrições começarão no próximo dia 20 de outubro.



Clique aqui e leia a edição 103 do Jornal AEA



A cada três anos, em cumprimento a uma determinação de seu estatuto, a Associação dos Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias (AEA-MG) realiza eleição para compor sua Diretoria Executiva. Neste ano de 2014, serão escolhidos os diretores para o próximo triênio


Venha conhecer a parte mais interessante da História da Arte Ocidental da Pré-História ao Século XXI, com o artista plástico Bruno Silvério Duque. O encontro, que faz parte do Programa Viva a Vida, será no dia 29 de setembro (segunda-feira), às 14h, no Auditório da AEA (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar - Edifício Acaiaca).



Mais informações pelo telefone


A AEA-MG trabalha para que o associado tenha cada vez mais participação na vida da Entidade, pois tem a ciência de que somente com a união de forças, conseguirá manter a constante evolução e o fortalecimento desejado da nossa Associação.



Em busca desses objetivos, convidamos você para o “Encontro com o Associado”, que ocorrerá em 4 de dezembro, a partir das 14h, na Associação Médica de Minas Gerais (avenida João Pinheiro, nº 161, Centro, Belo Horizonte).



Quem for ao evento, participará de uma conversa com o presidente da Cemig Saúde, Gilberto Lacerda. Será um momento para falar sobre um dos mais valiosos patrimônios:  o nosso plano de saúde.



Na ocasião, também será realizada a Assembleia Geral Extraordinária, que discutirá a alteração do Estatuto da AEA. A primeira chamada será às 14h30. Não havendo quórum, a segunda será às 15h30.



A alteração do Estatuto tem sido estudada desde 2012, quando um grupo foi criado para avaliar a necessidade de atualizá-lo. Desde então, várias reuniões ocorreram para se discutir a revisão do texto e modificações que possam trazer benefícios para a AEA. No período, os associados foram chamados a contribuir no processo, que contou também com a participação dos Conselhos Fiscal e Deliberativo e do Grupo de Estudos.



Durante o Encontro, haverá o sorteio de um tablete Samsung Galaxy. Participe de mais  um momento importante na história da AEA.



Clique aqui e confira o Edital e a Minuta do Estatuto



Nas confabulações entre duas amigas, ouvia sempre muitas reclamações sobre o comportamento inadequados de alguns homens que ao passarem por uma mulher, lhes dirigem  gracejos, olhares agressivos e insinuantes, fazendo-lhes colocações que lhes lembram, por exemplo, de suas situações físicas, como fofinha por estarem acima de peso normal, trazendo-lhes algum desconforto, pois não querem ser lembradas diariamente de uma situação que lhes aborrecem.



Esta convivência motivou-me a escrever sobre o assunto, colocando um pouco de fantasia e imaginação para amenizar o quadro.



O DESFILE



Foguetes começaram a pipocar na avenida anunciando o início do desfile da escola de samba.



Não importa o seu tamanho em termos de figurantes, o seu grupo de classificação, a sua fama na mídia e entre os torcedores, o seu tempo de existência etc.



Sempre tem alguém que espera ansioso para ver a sua passagem, as suas vestimentas, o seu desempenho ao longo da avenida, seu samba enredo (cantando, normalmente, o motivo representado), seus passistas exibindo o samba nos pés, com os movimentos rápidos e sintonizados com o ritmo tocado, suas alas representativas de histórias que estão sendo contada pela escola, sua alegria transparente nos movimentos de seus componentes, sua rainha e figurantes com seus corpos desnudos, sua bateria com seus sons e repiques tradicionais, sua coreografia, enfim, seu desempenho geral.



Cada um dos presentes na avenida espera o desfile de sua escola preferida e, dentro dela, a parte que lhe chama mais a atenção, por motivos que só a ele pertencem.



Na medida em que ela vai desfilando, pela avenida, vai recebendo seus aplausos e suas notas individuais, em cada quesito de sua estrutura, com intensidades que denotam a preferência manifestada pelo público, por uma ala, por um figurante, ou por outra parte da escola.



Estas manifestações espontâneas, de agrado ou não, vão sendo traduzidas de diversas maneiras, pela expressão corporal individual e coletiva dos que ali estão presentes, de acordo com o sentimento que cada item vai despertando dentro de cada presente, com sinais evidentes exteriorizados.



Elas se apresentam desde o bater palmas de maneira continuada, como sinal de aprovação, até as famosas vaias como indicação de desaprovação, mas, com um julgamento de desqualificação do público manifestante, por demonstrarem falta de criatividade na escolha de sua manifestação.



Os assovios, os gritos de admiração, de citação do nome da escola, de citação do nome de seus componentes, de sua rainha, de seus sambistas; o cantar de seu enredo, demonstrando o seu agrado e a sua sintonia com o mesmo, são manifestações sempre presentes no cenário do público.



Sorrisos de alegria enfeitam os rostos do público, criando uma sinergia capaz de influir, de maneira positiva, nos componentes da escola, que retribuem também, com mais ênfase e mais entusiasmo nas coreografias, no bater dos tambores e nos movimentos acrobáticos ensaiados para a ocasião.



Faz parte do ritual de qualquer apresentação, o jogo de interação dos dois lados, criando um clima positivo, alegre e contagiante para ambos.



Parece-me,  que  o tocar  dos  tambores, assim como o desfilar da escola, vai criando uma atmosfera  energizante na avenida e em seus  observadores,  assim  como as bandas marciais militares, com  seus dobrados, provocam nos soldados e no público, nos seus desfiles tradicionais.



O desfile tem, de certa maneira, um papel importante naqueles que o assistem, pois é capaz de movimentar seus sentimentos mais puros, como o sorriso, a alegria, a felicidade, como também, os mais selvagens, entranhados nas vísceras da ignorância e presentes na incapacidade de conviver com as várias dimensões do espectro da alegria, do prazer e da felicidade.



O desfile é montado, de tal maneira a despertar paixões, identificações, admiração, participação, enfim, sentimentos que  diferenciam o homem do animal irracional.



Ele é montado para nos trazer cultura, na medida em que conta, pelo seu enredo, histórias que fazem parte das nossas vidas, da nossa cultura, do nosso folclore, dos nossos ídolos, de nossas tradições, enfim, dos nossos valores culturais, que nem sempre são por nós conhecidos.



Mas tudo isto é feito de uma maneira alegre e colorida, travestindo o real de alegorias, que nos remetem ao campo da fantasia, dos sonhos e da felicidade, que ficarão reverberando em nosso âmago por muito tempo. Este é um poder edificante que a magia dos bons momentos possui.



Ela desfila por um curto espaço de tempo, mais o suficiente para nos transportar a um mundo irreal de fantasias e alegrias, nos tirando do mundo real, momentaneamente, onde a frieza da realidade, por estar envolvida num clima de responsabilidade, muitas vezes nos causam dificuldades, transtornos e aborrecimentos, diferentemente do mundo da fantasia que vem cheio de alegorias, mas despido de responsabilidades.



Remetem-nos ao estado mental dos devaneios gratificantes, que de tão fortes, são capazes de causar grandes transformações internas, que nos animam, por muito tempo, a fortalecer nossa esperança de um porvir melhor e mais ameno.



É importante, portanto, que presenciemos e participemos do desfile, aplaudindo e reconhecendo, com o nosso comportamento e nossas manifestações ostensivas de admiração, o valor de cada parte do todo que está desfilando.



A animação dos dois lados, público e escola, é uma resposta adequada às reações presentes no desfile, com consequências imediatas e proporcionais, dentro do enfoque ação e reação.



Quem está desfilando, o faz para sua satisfação e, principalmente, para nosso deleite, e para nos remeter ao cerne de nossa alegria e nossa felicidade. Tudo isto vai ocorrendo, na medida da nossa aprovação e da nossa identificação com o que nos vai inspirando o desfile.



É preciso, portanto, que reconheçamos e pautemos nossas  manifestações, dentro de limites  sociais saudáveis, valorizando, no mínimo, esta  vontade  tácita  de que cada componente, e de todo o seu conjunto, está dando o melhor  de si para nos trazer alegria e bem estar.



Mudando um pouco o foco, podemos dizer que a passagem de uma mulher por nós, também representa um desfile de uma escola de samba, com seus componentes, só que aqui, de maneira figurada, mas também empolgante e alegre capaz de suscitar em nós, sentimentos os mais diversos possíveis e inimagináveis.



Embora a passarela física, por onde passa, nem sempre se apresente arrumada e enfeitada, pronta e adequada para desenrolar do desfile, temos que aceitar que, quando ela passa por nós, significa que estará passando primeiro e principalmente, pela passarela armada dentro de nós mesmos, enfeitada com nossos valores, nossos sentimentos, nossas fantasias, nosso senso estético, e por tudo aquilo que nos identifica como seres humanos.



 



Seus quesitos físicos, estéticos, graciosos e humanos, são julgados pelos jurados dos valores dos nossos sentimentos, e, portanto, merecerão nossos aplausos e nosso reconhecimento, entendendo que nossa postura será uma tradução do nosso ser, e que a desfilante está passando em nossa passarela, a nosso convite e não por vontade própria.



Embora não possamos enxergar o conteúdo interno de cada desfilante, o que enriqueceria e completaria o desfile, interpretamos que nestes casos, é perfeitamente dispensável, por não fazer parte do objetivo deste desfile, e somente os predicados externos, tais como:



 A beleza de cada parte do corpo, num julgamento puramente subjetivo e superficial;



  Suas curvas mais ou menos acentuadas valorizando seu conteúdo;



  Seu andar que mexe com tudo e com nossa cabeça, pois encerra graciosidade, molejo próprio, feminilidade e delicadeza;



 Seu rosto, que nos transmite alegria, pureza de alma e beleza estética;



 A velocidade do andar, que nos mostra características de  sua graça  e, talvez de seu medo de desaprovação por jurados nem sempre competentes e  educados;



 Sua vestimenta, que empobrece ou enaltece o conteúdo, de acordo com  a riqueza  do modelo, da forma, do colorido, do estilo, do tipo,  do tecido, ajudando a compor o conjunto do manequim;



  Seu cabelo, que coroa seu conteúdo, enfeitando o desfile do todo;     



 O colorido do rosto com seus matizes, que realçam sua beleza e  camuflam momentaneamente as  insatisfações da pele, prestigiando sempre a excelência da beleza;



 Os adornos que sempre enfeitam e nos chamam a atenção para a parte adornada;



 Os sapatos e bolsas, que nos traduzem aspectos do bom gosto e do requinte;



E por  ai vai......



Enfim, de qualidades que nos inspiram cada modelo de acordo com nosso foro íntimo.



Poderia dizer, então, que a mulher que passa por mim é uma escola de samba de um componente só, representando vários papeis, que merecem meus aplausos, minha admiração, meu respeito e meu agradecimento  por desfilar na minha passarela  interna.



É imprescindível, portanto, que aprimoremos as qualidades da nossa passarela, por onde passarão  vários desfiles, continuando a ter o nosso julgamento interno, fruto das nossas qualidades, onde a discrição  e  o respeito,  poderão  converter um julgamento, a priori,  numa apreciação agradável e aceitável, dentro de um encontro  saudável e inevitável, sem hostilizar e depreciar o encanto da  situação, que se passa dentro de nós e, normalmente, com reflexo no  outro.



Por Chateaubriand Moreira Leal



No próximo dia 8 de outubro, a AEA realizará a Festa da Primavera, no Parque Municipal, em Belo Horizonte (avenida Afonso Pena, entrada ao lado do Teatro Francisco Nunes). A atividade faz parte do Programa Viva a Vida.



Das 13h30 às 17h, muita música, teatro e dança para animar a festa e garantir alegria aos participantes. Portanto, não fique de fora dessa. Você é nosso convidado especial para abrilhantar a estação mais colorida do ano.



O projeto “Conversando com a Doutora” terá sequência na próxima segunda-feira, 1º de setembro, com mais um bate-papo com a geriatra e gerontóloga, Simone Lima. Dessa vez, a médica vai falar sobre “Sexualidade na Maturidade”, a partir das 14h, no auditório da AEA, no Edifício Acaiaca (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro, Belo Horizonte).



O encontro faz parte de um ciclo de debates, iniciado no último dia 4 de agosto, que tem como objetivo abordar temas como saúde, adoecimentos, prevenção e tratamentos. Os encontros ocorrerão sempre na primeira segunda-feira de cada mês, até novembro.



Não perca a oportunidade de participar de um ciclo de conversas informativas e esclarecedoras com a médica Simone Lima, uma profissional de alto gabarito que poderá contribuir no que se refere à saúde dos nossos associados.



Deus criou o universo.



E também a natureza.



Que é cantada em prosa e verso.



Por sua rara beleza.



 



Criou o céu e a terra!



No primeiro dia tarde e manhã.



Separou luz das trevas.



E viu Deus que isso era bom.



 



Nasceram relvas e ervas.



E também árvores frutíferas



Os animais para reservas.



De vidas prolíferas.



 



Criou o homem à sua imagem!



Para ter domínio sobre a terra.



Que a destrói com voragem.



Transformando a paz em guerra.



 



Mas o homem inescrupuloso



Não soube agradecer



O que o Todo Poderoso



Fez para nos oferecer.



 



Um planeta bem cuidado,



De um verde tão farto,



Destruído por homens desalmados,



Fez a mãe natureza sentir as dores do parto.



 



Por Railca Prates – Governador Valadares




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Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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