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As vítimas de acidente de trânsito têm direito a um seguro, mas por desconhecimento, nem sempre a indenização é solicitada. Trata-se do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) que é pago com recursos do seguro obrigatório recolhido anualmente de todos os veículos que circulam no país. Criado em 1974, a indenização é concedida em caso de morte, invalidez permanente e também garante o reembolso de despesas médicas. O seguro é pago independentemente da apuração de culpa e da identificação do veículo que causou o acidente. No caso de morte é pago R$ 13,5 mil, por vítima. E até R$ 2,7 mil para o reembolso de despesas hospitalares, também por vítima.

Para requerer o direito, não precisa de advogado e intermediários. A própria vítima ou parente dela poderá fazer o procedimento, que é gratuito. Basta juntar a documentação necessária. No caso de morte, é preciso o atestado de óbito e nascimento, identidade, CPF da vítima, e documentação dos herdeiros.

O seguro pode ser dividido em cotas iguais entre o cônjuge ou companheiro
Brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.349,26 em novembro para conseguir arcar com suas despesas básicas
O trabalhador brasileiro já pode contar com o novo valor do salário mínimo. Isso porque, de acordo com o Decreto 7.655, publicado na edição do dia 26 de dezembro do DOU (Diário Oficial da União), o novo valor piso salarial entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2012 e é de R$ 622, o que corresponde a R$ 20,73 por dia ou R$ 2,83 por hora.

No ano passado, o valor do salário mínimo era de R$ 545. O acréscimo é de 14,13%.
Segundo dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.349,26 em novembro para conseguir arcar com suas despesas básicas.
O valor é 3,77 vezes superior ao novo valor do salário mínimo.

O reajuste do mínimo é calculado com base na inflação dos dois anos anteriores, acrescido do percentual de crescimento da economia do ano imediatamente anterior de sua validade, sendo que o método foi definido no início de 2010 por meio de uma medida provisória, que determina ainda a ocorrência da definição sobre o valor do mínimo por meio de decreto presidencial até 2015.


Com imenso pesar, a AEA-MG comunica o falecimento do doutor José Maria de Macedo, ex-diretor da Cemig, ocorrido na última quinta-feira

Cirilo Martins Pontes

Ao efetuar algumas pesquisas relacionadas à banalização da vida, encontrei a notícia abaixo, publicada no dia 21/01, pelo jornalista Alexandre Lana Silva, de Belo Horizonte, intitulada “Gato mata cão por causa do latido”.

Dizia Alexandre que leu aquela notícia e não acreditou, penso que também não acreditaria. Dizia o seguinte: “Por causa de um latido simples, um gatinho matou um cachorrinho”. Questionou Alexandre: “E o direito desse cachorro de latir? Onde está?”. Assim, disse ele: “Passei a acreditar na história quando fiquei sabendo que o cachorro latia na porta da casinha do gato e tirava o sono desse animalzinho todas as noites”.

Isso levou-o a acreditar que não é privilégio dos humanos. Matar por coisas banais... Acrescentou Alexandre que, só no final de 2007 e início desse ano, as manchetes dos jornais em Belo Horizonte-MG foram assustadoras. “Ex-noivo mata namorada por ciúmes”; “Namorado atira na namorada por ciúme”; “Amigo xinga a mãe e é morto”. E outras notícias que seguem esse repertório de banalidades, maldades e sangue frio.

O que assistimos e ouvimos diariamente por todos os meios de comunicação? Ouvimos e assistimos, que mata-se por coisas banais, morre-se por coisas banais, rouba-se por coisas banais... Banais mesmo... Coisas banais! Violência do simples, com pouco significado... A Síndrome da Violência Banal.

Alexandre também nos deu conta que o gato não foi preso, e ninguém chora a morte do cachorrinho. No reino animal, o instinto fala mais que o cérebro. Mas, também, precisamos reparar mais nesses bichos, que respeitam e sabem viver em comunidade. É só reparar a cadela criando os seus filhotinhos. E quantas mães jogando seus filhos nas lagoas...

Concluiu Alexandre, que, hoje, ao colocarmos homens e bichos na balança e perguntarmos quem é mais irracional e, ao mesmo tempo, tem amor ao próximo, tenho minhas dúvidas... Onde estaria, nessa história, a exceção, o imaginável, o delírio de um escritor? Na história do gato que matou um cão ou nas histórias estampadas nas manchetes do nosso dia-dia?

Através do relato de Alexandre, perguntamos: o que esta acontecendo com as pessoas? Qual o acontecimento, qual causa, razão ou circunstância leva as pessoas a banalizarem tanto a vida, tornando-a tão insignificante, tão sem valor. Vemos diariamente, nos noticiários, o caso “Isabella Nardoni”, de apenas cinco anos, que foi jogada do 6º andar de um edifício em São Paulo. Uma linda menina, cheia de vida e inocência, que gostava de dançar balé, de passarinhos, cachorrinhos, gostava de brincar na piscina de bolinhas plásticas e de almoçar na escola com crianças da mesma idade, como descrevem as jornalistas Solange Azevedo e Martha Mendonça, da revista Época.

Particularmente, recuso-me a acreditar e aceitar que teria sido o seu pai e madrasta que cometeram tão horrendo crime. Pensaria até que isso pudesse ter ocorrido por um acidente ou quem sabe até por um terceiro malfeitor que invadiu o imóvel e lá praticou tal crime. Da mesma forma, pelo extremo amor e carinho que tenho por minhas filhas, não aceito sequer imaginar que qualquer maldade possa lhes acontecer, e tão pouco posso aceitar que o pai ou madrasta possa ser o causador da morte da menina Isabella.

Martha Medeiros, em 16 de abril de 2008, sobre o assunto, também se manifestou dizendo que “A expressão: banalização da violência" tem sido usada há anos para designar crimes estarrecedores que não estarrecem mais, brutalidades fora do comum que viraram comuns, casos inacreditáveis em que passamos a acreditar fácil, fácil. Com isso, a expressão caducou. Dizer que hoje há uma banalização da violência também virou banal. Eu não sei em que momento a morte passou a ser nada. Pensa Martha que talvez tenha sido a partir do João Hélio, aquele menino de sete anos que foi arrastado pelas ruas por um carro conduzido por assaltantes, preso a um cinto de segurança.

No caso da menina Isabella, ela foi jogada viva do 6º andar, por causa de quê? De algum surto de raiva, de algum destempero, alguma falta de controle, essas oscilações de humor que a gente costuma ter normalmente. O que nos faz pensar que esse mundo está perdido? O mundo não está perdido, a morte é que deixou de ser uma exceção. A morte não veste mais preto, não é mais trágica, perdeu a importância e o respeito. A morte é apenas um acidente de percurso, como um tombo, um atraso, um descuido.

Quando do assassinato do menino João Hélio, tive a oportunidade de escrever o texto abaixo, mais como um desabafo, texto esse que apesar de ter sido escrito em data não tão recente, ainda guarda uma similitude muito grande com que ocorre hoje com a menina Isabella.


A morte de João Hélio Fernandes

Quem assistiu e não se emocionou ao ouvir o depoimento dos pais do João Hélio? Particularmente, confesso que assisti aquele depoimento completamente tomado de emoção, com um nó na garganta, e com minha mente e coração totalmente congestionados e consternados pela dor daquela família, num misto de dor e revolta.

Os pais de João Hélio descreveram muitos detalhes da vida do menino, em sua casa, na escola, com seus amiguinhos e familiares, detalhes esses que na medida em que eram relatados, mais me sentia oprimido, pela dor da perda, como seu eu também fosse um membro daquela família. Mas a verdadeira dor e revolta daquela família somente poderão ser reveladas por eles, eu apenas posso imaginar o que sentem.

A mãe de João Hélio lembrava ou tentava se lembrar e descrever seus últimos momentos de vida, quando tentou retirá-lo de dentro do veículo, e era chamada de “vagabunda”, por aqueles animais, ou melhor, “MONSTROS”, porque chamá-los de animais é ofender os verdadeiros animais, que, quando matam, o fazem para se defender ou para matar a fome, enquanto que aqueles “MONSTROS” mataram por nada, talvez pela banalização e verdadeiro desprezo pela vida das pessoas.

A morte, por mais banalizada que seja, evoca não somente a dor dos atingidos por ela e do grupo social onde ocorreu, ela atinge também toda a população de uma país de dimensões continentais com o Brasil, como este fato, “Uma criança de seis anos morreu no fim da noite de quarta-feira ao ser arrastada num carro roubado por bandidos na zona norte do Rio de Janeiro". Um dia após a morte de João Hélio, outro crime semelhante: um homem foi morto quando retornava do aeroporto para sua casa, próximo ao local onde tudo aconteceu com o menino João Hélio.

Em data recente, uma família também é morta dentro de um veículo no interior de São Paulo, onde os assassinos atearam fogo no veículo com todos da família dentro. Segundo Antônio Marcelo Pacheco, da “Zero Hora”, a banalização da vida e do próprio mal revela a falência não apenas do Estado, mas de todo aquele imaginário construído para justificar os conflitos sociais, as diferenças econômicas, a exclusão cultural e a sobrevivência dos guetos urbanos. É agora que ainda podemos e queremos imaginar tal morte, que enfrentemos a banalização do mal não com uma maior incidência do Estado policial, mas, ao contrário, que se queira buscar a compreensão da origem, da maternidade dessa banalização. É vital passarmos do luto à luta, isto é, do enterro simbólico daquela imagem de sociedade que não existe mais.

A violência nasce da indignidade e da banalização. Nós só tomamos consciência dela delas quando se atiram em nossa frente, obrigando-nos não apenas compreende-las, mas a aceitá-las, pois o Estado, que tem a obrigação de proteger seus cidadãos, é incompetente para colocar fim à violência, pois ele, por tradição, está acostumado a conviver com a miséria. A morte do menino João Hélio Fernandes não traz apenas a imagem dos agentes dessa ação banal, bárbara e, lamentavelmente, comum. Ela carrega também a imagem do nosso próprio espaço. É o nosso desinteresse interessado que abre o leque para esses atos, no mesmo sentido em que é a nossa tradição em buscar o combate à violência, e não a sua compreensão que reproduz essa indústria altamente capacitada da banalização da vida.

Naquela oportunidade, Aline, irmã de João Hélio Fernandes, escreveu a seguinte carta:

"Socorro! Cadê a justiça?

Ele é de menor? Eu sei. Eu também sou, e meu bebê também era. Na hora que esse “menor” apontou a arma pra minha cabeça e arrastou meu bebê até a morte ele foi muito adulto. Agora é muito fácil pra ele ser tratado como uma criança, quando, na verdade, ele foi um monstro cruel e sem coração. Ele deve ser tratado como adulto! Olha pra mim. O que você vê? Uma mulher e não uma criança. Eu sei o que faço e procuro agir de maneira correta. Tenho 14 anos e estou péssima. Minha família está sem chão, o Rio emocionado, e o Brasil revoltado.

Se essa não é a hora da mudança, quando será? Quando acontecer novamente? Quando mais uma vida for tirada por um homem de 16 anos? E o pior é que ele só vai passar 3 anos de sua vida dentro de um centro de recuperação. É muito fácil garotos como ele cometerem crimes bárbaros, sabendo que praticamente nada acontecerá com eles, que a justiça não será feita. Quanto ao presidente e outros políticos que não estão de acordo, das duas uma: ou eles não têm filhos, ou eles não têm alma. Eles andam cercados de seguranças e permitem que esses crimes aconteçam. Não queremos aparecer, não queremos vingança, queremos apenas Justiça. Brasília, acorda!!!

O principal assassino, Diego, disse que não sabe o que é sentir a perda de um filho porque não tem um, mas além de não ter filho não tem coração. O Brasil está em fúria, pena de morte não resolve, eu desejo justiça rigorosa e para os políticos, eu peço consciência, que é hora de mudar. Ao pai de Diego, eu agradeço de todo o meu coração, porque ele, sim, é um cidadão de bem, que teve uma atitude corajosa e digna de um ser humano.

Obrigado Brasil pelo conforto e pela solidariedade comigo e com minha família. Onde quer que nosso anjinho esteja ele sabe que é muito amado, mas agora ele está melhor que todos nós aqui. Peço a colaboração de todo o Brasil para que assinem o abaixo assinado para a redução da maioridade penal e que participem da comunidade do Orkut: JOÃOZINHO PEDE JUSTIÇA.
Conto com a ajuda de todos. Aline"

Da mesma forma que não só o Rio de Janeiro, mas o todo o Brasil se emocionou e chorou com a morte de João Hélio, agora, uma vez mais, São Paulo e o Brasil se emocionam e choram pela menina Isabella. Penso que o Brasil não necessita de mais leis, acredito que bastaria que fossem cumpridas as que hoje estão a nossa disposição, e que crimes como esses não sejam varridos para debaixo do tapete. O que se espera é que se apurem e punam com todo o rigor esse horrendo crime, seja quem for que o tenha praticado. Pouso Alegre-MG, 18 de abril de 2008.

Cirilo Martins Pontes é Representante da AEA-MG em Pouso Alegre.
Sem promover qualquer ato de violência ou destruição, 600 aposentados liderados pela COBAP paralisaram por completo as atividades na Câmara dos Deputados, chamando a atenção de todos que estavam na casa. Os atos revoltosos decorreram na tarde da última terça-feira, 27 de outubro.

Indignado com o descaso com a categoria, o presidente Warley Martins deitou no chão do Salão Verde. Sua atitude encorajou centenas de aposentados, que também deitaram no local, bloqueando a passagem de parlamentares, assessores, servidores da casa e visitantes. Estendidos no chão, os manifestantes gritavam pela atenção do presidente da Câmara: “Michel Temer cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”.

Segundo Warley, “a manifestação simbolizou o modo com que os governantes vêm tratando os aposentados, tratando-os como tapetes para serem pisoteados pelas injustiças”.

A massa também bradou outros gritos de guerra e ao final cantou de forma emocionada o Hino Nacional. Foi um ato patriótico, audacioso e inédito na política brasileira. O protesto inovador foi divulgado em diversos órgãos de imprensa do País.

Participaram desta atividade política militantes da Nova Central, Conlutas, UGT, CTB e FST. Irmanadas com a COBAP, essas entidades estão firmemente engajadas na aprovação do PL 01/07.

Depois do manifesto, temendo novos tumultos, o presidente Michel Temer cedeu às pressões e chamou uma comitiva de líderes para conversar com os deputados.

Fonte: Imprensa Cobap
Em cerimônia bastante concorrida, diretores e conselheiros fiscais – eleitos para o triênio 2012/2014 – tomaram posse na sede da AEA em Belo Horizonte no dia 3 de janeiro. Como rege o Estatuto, a condução do evento coube ao presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Lisboa de Oliveira. Estiveram presentes ainda membros da diretoria cujo mandato se encerrou no último dia de 2011 para fazer a transição à nova fase.



Além de Lisboa, a mesa diretora da cerimônia de posse contou com Francisco de Almeida Campos, ex-vice-presidente. Em suas considerações, ele parabenizou a todos os eleitos e destacou a evolução da AEA ao longo de quase três décadas de atuação. Francisco ressaltou as conquistas e dificuldades, desejando que a “nova diretoria faça mais do que as anteriores” e menos do que as próximas – grifo nosso.

Logo que assinou o termo de posse, João Isidro também passou a compor a mesa. Em seu discurso, agradeceu a todos os que colaboraram para que esse momento se concretizasse. João, que foi conselheiro fiscal da AEA por dois mandatos, atuou no Comitê do Prosaúde e fez questão de agradecer por todo o apoio que teve de Zulmira de Almeida, João Martins, Jurandir de Carvalho e Arcângelo Queiroz.

O presidente ressaltou ainda como “amadureceu” a ideia e “encorajou-se” a disputar as eleições, durante várias conversas com aposentados da Cemig e eventos do Grupo do Reencontro – comandado por ele e que tem objetivo principal de manter o contato entre os antigos colegas da Companhia. João Isidro reconheceu e parabenizou pelo trabalho de todos os antigos diretores. Ciente da responsabilidade, disse que vai trabalhar muito para manter as conquistas e, claro, ampliar a representatividade da Associação.

O que mais chamou a atenção de novos diretores e mesmo funcionários foi o grande número de presentes. O auditório teve sua lotação máxima, sendo necessário recorrer a cadeiras extras e à ocupação do espaço multiuso para acomodar tanta gente, fato que mostra o quanto a AEA é prestigiada. O presidente eleito chegou a comentar: “uma das primeiras ações deve ser ampliar este espaço”, disse satisfeito pela a presença de tantas pessoas.



Entre os convidados, destaque para o diretor da Forluz José Ribeiro Pena Neto; para os diretores da Cemig/Saúde Marcelo Correia de Moura e Márcio Saúde Soares. Também marcaram presença o Coordenador-geral do Sindieletro, Jairo Nogueira Filho; o Coordenador da região Metalúrgica, Jair Gomes Pereira Filho; e o secretário de comunicação Arcangelo Queiroz - ambos também do Sindicato. Outra presença importante foi de Plínio Arantes, ex-titular da DRP/Forluz; Além deles, Cássio Amorim, presidente da Gremig.

Está assim a composição da Diretoria Executiva 2012/2014:

Presidente:
João Isidro Vinhal
Vice-presidente:
João Victor Marçal
Diretor Administrativo:
Eustáquio Vieira
Diretora Financeira:
Zita Remígio de Oliveira
Diretor de Intercâmbio:
José Valentim Lino
Diretora Social:
Alciones Batista Leal Marques
Diretor de Promoções:
Marcílio de Morais
Diretor de Interior:
Adalto Ferreira Santos


Já o Conselho Fiscal:

Vitorino Marcos Arcanjo - (Efetivo)
Afonso Barros Machado - (Efetivo)
Carlos Gentil da Costa - (Efetivo)
Ubiratan Lopes da Silva - (Suplente)
Otacílio Caetano Ribeiro - (Suplente)
Odilon Bittencourt Cota - (Suplente)



A AEA lança nova iniciativa para melhorar a qualidade de vida por meio da informação e de novos hábitos. A partir do próximo dia 4 de agosto, os interessados poderão participar do projeto “Conversando com a Doutora”, com a geriatra e gerontóloga, Simone Lima. Serão abordados temas como saúde, adoecimentos, prevenção e tratamentos e o primeiro encontro terá como assunto a hipertensão.



Os encontros ocorrerão sempre na primeira segunda-feira dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro, das 15h às 16h30, no auditório da AEA, no Edifício Acaiaca (Avenida Afonso Pena, 867, 16º andar, Centro, Belo Horizonte).



Será um ciclo de conversas informativas e esclarecedoras sobre os assuntos mais demandados dentro do conhecimento da entidade. Além disso, a médica Simone Lima é uma profissional de alto gabarito e contribuirá muito em termos de prevenção com nossos associados.



SEMANA DA SAÚDE



Outra ação programada para o mês de agosto é nova edição da Semana da Saúde, com quatro encontros para tratar dos “Direitos do Associado”.



Serão palestras sobre finanças, previdência, empréstimo  e seguros. Assuntos que estão diretamente ligados à vida dos associados.



As reuniões ocorrerão às quintas-feiras, das 14h às 15h30, na sede da AEA. As inscrições devem ser feitas na Biblioteca da Sede, em Belo Horizonte.



CONFIRA A PROGRAMAÇÃO



7/8 - Finanças, empréstimos e previdência - Cristiana Xavier (Forluz)



14/8 - Seguros: direitos e deveres dos associados - Iara Lins Leão (Seguro Cemig)



21/8 - Plano de Saúde - Maria Aparecida Silva Lana (Cemig Saúde)



28/8 - Direitos dos pacientes crônicos - Vilson Antônio da Silva (advogado)


Jornalismo AEA-MG

Como todos puderam acompanhar na mídia, estão em vigor desde 1º de janeiro deste ano as novas regras da grafia do Português. O objetivo é unificar a escrita nos países da lusofonia. Dentre as principais mudanças, destacam-se a extinção do trema, a perda de acento de algumas palavras, a inclusão das letras K, W e Y oficialmente no alfabeto, a eliminação de acento dos hiatos ee e oo das paroxítonas e, a mais complicada das regras, abrange alterações no emprego do hífen.

As modificações são apenas na grafia, preservando-se as pronúncias dos vocábulos. Assim, palavras como (linguiça, tranquilo, cinquenta) e outras não serão mais grafadas com o trema, mas conservarão o modo de se falar. O mesmo vale para a extinção do acento dos ditongos abertos ei e oi, somente nas proparoxítonas, como (boia, asteroide, assembleia etc.). Outras expressões tipo (voo, veem, enjoo) perderam o circunflexo. Anti-higiênico tem hífen, autoescola, não. Acento diferencial, aquele que não é justificado por nenhuma regra de acentuação, como ocorre em (pára, péla, pêlo etc.), será abolido.

Apesar de atingirem cerca de apenas 1% das palavras do “português brasileiro”, as regras são complexas e exigirão daqueles que prezam por escrever corretamente a providencial ajuda de um manual de redação. Oficialmente, a antiga grafia será aceita até dezembro de 2012. Nós, que produzimos o Jornal da AEA, optamos por seguir a regra desde já.

O professor Pasquale Cipro Neto, professor de português, comentarista de televisão e colunista de jornal, uma das maiores autoridades quando o assunto é a língua vernácula, definiu assim seu sentimento logo que o acordo ortográfico foi assinado: “Uma banana para esse acordo!”. De fato, toda mudança é encarada com certa desconfiança e rejeição no começo. Mas não podemos ignorá-la, já que o objetivo é unir os países em que a Língua Portuguesa é oficial. Uma das línguas mais faladas no mundo precisa ser unifica para se impor e ser respeitada.

Na próxima quarta-feira, 4 de novembro, em Brasília, a Câmara dos Deputados será literalmente ocupada por cerca de 1.000 idosos, que percorrerão de ônibus milhares de quilômetros de todas as regiões do País, para acompanhar de perto a possível votação do projeto de lei 01/07, cuja emenda garante em 2010 o mesmo índice do salário mínimo para todas as aposentadorias e pensões. O projeto contempla diretamente 8,1 milhões de beneficiários do INSS que ganham mais que um salário.

Lideradas pela Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP), caravanas de diversos estados confirmaram presença: São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. A partir das 14 horas, os militantes ficarão nas galerias da casa. Antes disso irão panfletar nos gabinetes dos deputados e protestar de forma ordeira e pacífica nos corredores.

A colocação em pauta do PL 01/07 foi compromisso assumido publicamente pelo presidente da Câmara, Michel Temer, que há meses vinha sendo pressionado para fazer justiça aos aposentados. Temer garantiu que mesmo que o Colégio de Líderes não aceite, ele mesmo assumirá a responsabilidade de colocar o projeto em apreciação.

A votação será aberta e nominal. A COBAP promete divulgar para todo o Brasil o nome dos deputados e partidos que traírem os aposentados e votarem contra o segmento. "Em 2010 teremos eleições, será o momento propício para os 26 milhões de aposentados brasileiros saberem realmente quem são seus amigos na Câmara, assim poderão votar de forma consciente, sem medo de se arrepender", disse Warley Martins Gonçalles, presidente da COBAP.
Fonte: Imprensa Cobap
O índice de reajuste para os benefícios com valor acima de um salário mínimo será de 6,08%, percentual apurado pelo IBGE para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e anunciado nesta sexta-feira
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Um pouco sobre nós

A AEA-MG (Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias) foi fundada em 29 de janeiro de 1983, por um grupo de eletricitários que percebeu a necessidade de unir os aposentados da CEMIG. Em todos esses anos de existência, apresentamos a você uma entidade forte, representativa e consolidada.

 

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